quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Amigo Secreto - O Que Fazer e Não Fazer

Amigo secreto, oculto, invisível... O nome pode até mudar nas diferentes regiões do Brasil, mas a essência é a mesma: uma forma de celebrar e presentear de maneira mais acessível cercada de uma aura lúdica. Apesar do clima de brincadeira, vamos levar a coisa a sério, pois é possível transformar essa situação em um momento prazeroso e capaz de agregar familiares e amigos.

Há os que dizem que o amigo secreto vem de ritual nórdico em que as pessoas esperavam o amanhecer para trocar presentes. Quando isso acontecia, diziam: "Que você jamais se esqueça dos deuses sobre nós". O presente teria a função de eternizar o pacto.

Existem duas situações em que o amigo secreto acontece: no ambiente de trabalho e entre a família, por ocasião do Natal.

No ambiente profissional - no qual, aliás, essa tradição se consolidou -, a brincadeira pode ter algumas variantes, mas a base permanece: no fim do ano, sorteiam-se todos os participantes para que seja feita a troca dos presentes, em um clima leve e descontraído.

O mais eficiente é que alguém se encarregue de verificar quem quer participar, e eis a grande dúvida quanto à obrigatoriedade ou não de entrar na festa. Não é obrigatório, mas pode ser extremamente desagradável a sua recusa em integrar a brincadeira. Avalie cada situação.

Muitas vezes, depois de sortear o papel com o nome do seu amigo, vem a vontade de pedir para trocá-lo, na esperança de que, na outra tentativa, você "pegue" alguém com quem tenha maior proximidade. Evite. Principalmente no ambiente corporativo, esta é uma proposta para agregar, e não para segregar. Aceite o que a sorte lhe reservou e tire o melhor partido disso.

Entre o sorteio e a revelação do amigo secreto, pode-se estabelecer uma caixa de mensagens na qual são depositados recados de um participante para outro no intuito de dar mais graça e leveza à brincadeira. Nem pensar em menções não simpáticas ou desagradáveis.

Costumam-se definir um "piso" e um "teto" para o valor do presente. É fundamental que se permaneça dentro do combinado, evitando o constrangimento de alguém receber um mimo super sofisticado enquanto dá um singelo demais.

Regra sábia: o combinado não é caro.

Não se impressione por ter tirado seu chefe ou superior, achando que terá de gastar mais no presente.

Esse gesto só vai causar um tipo de impressão: a péssima.

Se você tirou o seu "super parceiro", "chapa", enfim, uma pessoa do trabalho com quem tenha grande afinidade e queira presentear de forma diferenciada, o.k., é permitido fazê-lo, mas não perante os outros. Fique dentro dos limites de valor do presente e, se for o caso, dê um outro sem que os demais tomem conhecimento.

Existem empresas nas quais é permitido que se faça uma lista do que cada um gostaria de receber. Na minha opinião, a brincadeira começa a perder o sentido, pois o presente também deve ser uma surpresa. Caso a lista tenha sido feita e o pedido do seu amigo ultrapasse o valor estipulado, não se sinta obrigado a comprar esse item.

O dia estipulado para a troca dos presentes é aquele em que reside a maior parte dos temores dos tímidos, principalmente se a entrega tem de ser feita com representações mímicas e teatrinhos para que os demais adivinhem qual é o amigo secreto em questão. Vamos respeitar os limites de cada um. Os que se sentem mais à vontade para fazer a pantomima, o.k. Os que preferem pura e simplesmente entregar o presente, o.k. também. Assim, todos participarão da festa sem constrangimentos.

Em uma eventual mímica, a tentação pode ser grande, mas evite exagerar em descrições caricatas de alguém.

A troca costuma acontecer em uma festinha elaborada no final do expediente. Os detalhes podem variar de local para local, mas provavelmente teremos alguns comes e bebes. Como sempre, há de se esperar que você se comporte de forma civilizada. Bebidas alcoólicas no ambiente de trabalho não são uma boa pedida. Mesmo que permitido, evite incluí-las na brincadeira.

No ambiente profissional deve ser evitado qualquer presente de conotação íntima. Itens de certa pessoalidade também não são bem vindos.

Nos Estados Unidos, onde a brincadeira é chamada de "Secret Santa" (em referência a Santa Claus, Papai Noel em inglês), é comum que se estabeleça o "amigo caneca". Assim, os presentes trocados são apenas mugs - ou seja, canecas. Não é um hábito nosso, mas vale a dica para, se for o caso, estabelecer um item único, como um "amigo camiseta" ou um "amigo DVD".

Aos que imaginam, nessa hora, dar presentes dúbios ou "engraçadinhos": hipótese descartada. Este é o parâmetro adotado pelo "amigo da onça", uma variação do amigo secreto cuja base é tirar sarro, constranger. Acredite, o resultado jamais será 100% satisfatório. Eu aboliria o simples pensar no assunto.

O Amigo da Onça foi o famoso personagem criado pelo cartunista Péricles (1924-1961) em 1943, na revista O Cruzeiro.

Demonstrar que não gostou do presente que acabou de ganhar não é permitido em situação alguma, pois houve o intuito de agradar. Portanto, ao abrir o seu - o que deve ser feito na frente de todos -, mesmo que não seja o mais bacana ou o que esperava, faça cara de contente. Faz parte da brincadeira.

A reação inversa - ou seja, aquela em que o presenteado fala que gostou, gostou mesmo, de verdade, e explicar o porquê disso por intermináveis minutos - também pode ser eliminada.

Existe uma corrente de pessoas que afirmam categoricamente que trocar presentes é falta de etiqueta ou de educação. Eu faço parte da corrente oposta. Parece-me muito mais interessante que o presenteado possa usufruir daquilo que ganhou, portanto, a troca¹ não deve causar embaraço ou constrangimento² a nenhuma das partes. A regra para tentar acertar é pensar no presenteado e comprar um item dirigido a ele, o que não necessariamente irá ao encontro das suas preferências. Quem presenteou não deve insistir em confirmar que o presenteado gostou do mimo, muito menos exigir vê-lo trajando a peça. Que medo!

¹ Claro que isto não precisa ser alardeado aos quatro cantos.

² Vale lembrar apenas que, no caso de você ter escolhido para a sua prima de silhueta robusta aquele top PP, ela tem todo o direito de ficar bem zangada.

A troca que sucede à entrega de presentes deve se basear no grau de formalidade existente no decorrer do ano. Se durante todo esse tempo você cumprimentou uma pessoa apenas lhe dando a mão, assim devera ser o seu cumprimento de Natal.. É extremamente fora de propósito que apenas em função da data você se sinta à vontade para abraçar e beijar o seu amigo secreto ou mesmo jogá-lo para o alto, no melhor estilo "velhos companheiros".

Alegria pré-fabricada é triste.

De uns tempos pra cá, vem sendo adotado o "amigo chocreto", que, como o nome diz, traz como diferença o fato de que todos os presentes são de chocolate. Se o fôlego e o orçamento permitirem, deixe essa opção para a proximidade da Páscoa.

Quando realizamos o amigo secreto em casa - uma alternativa adotada por um número crescente de famílias para reduzir as despesas -, as regras são basicamente as mesmas, mas, sem dúvida, a pessoalidade pode e deve existir. Permitidas, neste caso, mais farra e folia, até pela intimidade entre as pessoas, que já conhecem a peculiaridade de cada um.

Aqui é fundamental que "presentões extras" sejam dados na intimidade de cada lar.

Existe uma variação da brincadeira que é bem divertida: definido o valor, homens trazem presentes masculinos, e mulheres, itens femininos. Ao chegar, estes são depositados em pilhas separadas. A grande graça está em mascarar ao máximo a embalagem, a fim de que ninguém tenha ideia do que possa ser aquele presente. Por exemplo, pode-se brincar com sacolas de grifes caríssimas, caixas de tamanho bem maior do que o do item em questão, embrulhos com folhas de jornal. Alguém é escolhido para dar início à brincadeira e se dirige até a pilha de seu gênero, escolhendo um presente. Pode-se fazer uma tentativa de adivinhação do que está sob aquele pacote, mas o importante é que quem o trouxe se identifique, pois essa pessoa será a próxima a se dirigir à pilha de escolhas, e assim sucessivamente.

Há os que acrescentam, a essa variação, a possibilidade de o presente ser "roubado" pela pessoa seguinte. Ou seja, esta, em vez de se dirigir à pilha, diz querer aquele que você ganhou. É estabelecido um limite de vezes em que isso pode acontecer. O problema aí é que, como em qualquer brincadeira, tudo precisa ser bem combinado, pois nem todos vão querer ver um item que adoraram ser retirado de suas mãos.

O horário para a troca de presentes varia, pois existem famílias que preferem para, depois, fazer a comemoração, até em função das crianças. Da mesma forma, há as que seguem o ritual tradicional de só jantar à meia-noite. Sugiro que a brincadeira dos presentes aconteça mais perto do início da festa, pois, seja em casa ou no escritório, na sequência todos podem se sentir liberados para um ritual glutão.

Que, vale lembrar, pode ser sem culpa se estivermos falando da comemoração doméstica, mas mais comedido se se tratar de uma festa do escritório.


O importante nisto tudo é a delícia de presentear e ser presenteado. Vamos fazer disto algo leve, de bom gosto, não esquecendo nunca que o espírito deve procurar ao máximo se distanciar do aspecto material. O que vale é, descompromissadamente, dar o presente, mas sempre valorizando os sentimentos de amor, paz e perdão do Natal.



Fonte: ARRUDA, Fábio. Faça a Festa e Saiba o Porquê. São Paulo: Senac, 2009.
Imagens retiradas da Internet.

Batata com Presunto e Creme de Leite

A sua ceia de Natal pode ser simples e deliciosa. Você pode fazer um Natal com muito charme e sem precisar gastar muito.

Hoje deixarei uma receita de família, mas que sempre faz um grande sucesso...




Ingredientes:

12 batatas médias cozidas em água e sal, e cortadas em rodelas
2 latas de creme de leite (com soro)
400 gr. de presunto magro fatiado
Pimenta do reino branca a gosto
Manteiga ou margarina para untar a forma

Modo de Preparo:

Misture o creme de leite juntando uma pitada de sal e pimenta do reino. Unte um refratário com manteiga ou margarina e espalhe um pouco da mistura de creme de leite no fundo do refratário. Coloque uma camada de batatas cozidas e fatiadas, outra camada de creme de leite, uma camada de presunto fatiado, outra de creme de leite..., faça isso alternadamente e termine com uma camada de presunto e outra de creme de leite.

Leve ao forno para dourar.






Receita de Rosana Madjarof.

domingo, 27 de novembro de 2011

Elegância com Cartões e Presentes de Natal

Generosos que somos, nesta época do ano começamos a correr, a fim de comprar uma lembrança para todos aqueles a quem queremos agradar ou agradecer. Deixar os dias mais próximos ao Natal para nos dirigirmos às ruas de grande comércio é uma tarefa que exige disposição hercúlea. Não precisa ser tão sacrificado assim. Uma boa programação sobre a lista de presentes e de presenteados garantirá  custo e cansaço reduzidos. Uma sugestão é adquirir, em grandes distribuidoras de papel, embrulhos e fitas, material para - quem sabe até no decorrer do ano - você ir se preparando para a troca de presentes de dezembro.

Esta tradição faz referência aos presentes levados para o menino Jesus pelos três reis magos.

Procure mandar os cartões natalinos a partir de 1º de dezembro, esforçando-se ao máximo para que cheguem antes da festa. Caso a data já tenha passado e você queira mandar cartões em agradecimento aos recebidos, tudo bem se eles chegarem depois do Natal ou mesmo no Réveillon. Apenas indique, no texto, que você agradece e retribui os votos e mensagens.

O cartão de Natal, esse mimo tão elegante, surgiu no século XIX, elaborado pelo artista inglês John Callcott Horsley (1817-1903).

No caso de uma correspondência natalina virtual, faça como se fosse a tradicional. Ou seja, direcione-a a uma pessoa ou a uma família. Aquele "spamzão" é dispensável.

Para os internautas convictos, é crime passível de paredão.

Ainda falando em e-mail: por mais linda e especial que seja aquela mensagem com música, fotos e filminho, quem a recebe e tem a caixa postal lotada por causa disto não fica muito satisfeito.

A definição da "agenda" para os dias 24 e 25 também é algo a pensar com razoável antecedência. Aquela infindável gincana de passadas e passadinhas na casa deste ou daquele em geral se transforma em uma maratona olímpica que acaba deixando todos os envolvidos frustrados, quiçá tristes. Pesar nessa hora laços e implicações familiares, tentando se adaptar para que todos fiquem satisfeitos, é a única receita possível de ser indicada. Parece simples na teoria, mas sua prática pede que nos utilizemos dos princípios básicos da etiqueta, repetidos mais uma vez: a generosidade e o respeito.

Quer melhor momento do ano do que este para que você passe a adotar esses princípios em suas decisões? Vale a pena tentar.

Estabelecer o cardápio específico para a ceia de Natal é algo um pouco tirano. Se quiser optar pelos tradicionais quitutes, como peru, tender, nozes, tudo bem. Querendo inovar, libere o mestre-cuca que há em você. Lembre-se apenas de escolher um menu relacionado com o clima do lugar onde a festa acontecerá. Uma boa sugestão para esta hora pode ser o potluck. Combine com as outras pessoas o tipo de travessa em que as comidas serão apresentadas e quem levará o quê.

Quanto ao horário da ceia, procure levar em conta a idade predominante dos convivas, mas devemos nos aproximar o máximo possível das crianças, que, apesar de serem as que mais aproveitam esta festa, caem logo no sono.

Na África do Sul, devido ao verão, as mesas são colocadas do lado de fora. Na Austrália, é comum fazer a ceia na praia. Os vizinhos da Argentina comemoram ao ar livre, e seu cardápio é o churrasco.

O momento de abertura dos presentes - antes ou depois da ceia - vai depender do costume de cada família. Mais uma vez, vale pensar nos pequenos.

Aquela cena típica dos filmes norte-americanos, em que os presentes são abertos na manhã do dia 25, é para nós e nossas crianças quase tão inalcançável quanto a ponta da antena do Empire State Building.

Vale a pena lembrar que os presentes muito caros ou especiais devem ser trocados entre os seus, no círculo da pequena família. Ou seja, sua casa, seu lar.

As bases e os valores podem variar de núcleo para núcleo, e constranger ou deixar alguém frustrado não pode fazer parte desta data, aliás, em ocasião alguma.

Para terminar a postagem de hoje, deixo para vocês a receita de um prato muito especial - receita de família -, e tenho certeza que todos irão querer "bis".

Fatias de Presunto com Abacaxi

Ingredientes: (para 8 pessoas)

8 fatias de presunto magro com 1 cm. de espessura
6 pãezinhos amanhecidos (para retirar somente o miolo dos pães)
4 colheres (sopa) bem cheias de mostarda
1 1/2 xícaras (chá) de açúcar
1 lata de abacaxi em calda
6 fatias (tiras) de bacon

Modo de Fazer:

Refogue o bacon em uma frigideira e retire-os após fritar. 
Na gordura do bacon, doure as fatias de presunto e arrume-as em uma assadeira.
À parte, em uma tigela, pique o miolo dos pãezinhos, acrescente a mostarda, o açúcar, e o todo o caldo da lata de abacaxi.
Distribua essa massa de pão sobre as fatias de presunto, e coloque em cima de cada fatia de presunto uma rodela de abacaxi.
Leve ao forno até dourar as fatias de abacaxi, regando-as com o próprio caldo do abacaxi, se necessário.

Dica:

Você poderá colocar no centro de cada fatia de abacaxi, uma ameixa em calda sem caroço.

Fonte: Fábio Arruda
Receita: Rosana Madjarof
Fotos: Pessoais e da Internet

sexta-feira, 11 de março de 2011

Banana Assada com Sorvete de Creme e Licor de Menta

Todos nós sabemos que depois de um gostoso churrasco, nada melhor que consumir frutas frescas, seja ao natural ou na famosa salada de frutas, onde misturamos variados tipos de frutas... As variações são muitas.

Entretanto, uma boa pedida para depois do delicioso churrasco, é assar bananas com casca e preparar a deliciosa sobremesa... Portanto, vai aí a receita de bananas assadas com sorvete de creme e licor de menta... Uma delícia!

Porção Individual

Ingredientes:

1 banana nanica ou prata firme
2 ou 3 bolas de sorvete de creme
Licor de menta a gosto (escolha um licor de boa qualidade)
Canela em pó a gosto
Açúcar a gosto

Modo de Fazer:

Asse a banana com casca na churrasqueira. Depois de assada (a casca fica bem escura), retire a banana da grelha e coloque-a em um prato de sobremesa. Corte a banana ao meio (com a casca), pulverize a canela em pó e o açúcar por cima da banana, coloque as bolas de sorvete de creme por cima da banana, e para finalizar o prato, regue com o licor de menta. Se desejar, decore com folhas de hortelã.

Vocês irão adorar esta delícia!

Prato Finalizado

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Origem do Bolo e uma Receita Especial de Bolo de Nozes

A Origem do Bolo 

Ninguém precisa de uma comemoração especial para transformar um bolo em sinônimo de festa. A magia começa na sua preparação. Aos poucos, o açúcar batido, misturado com ovos e manteiga, forma um creme macio que recebe a pureza das farinhas, o sabor de especiarias e frutas e o prazer do chocolate, sem esquecer, é claro, da leveza do fermento que dá o toque final à mistura. Mistura essa que pode ainda ser servida com cremes, frutas, caldas, coberturas, enfim, com uma infinidade de combinações que encantam os olhos e despertam o paladar.

A origem do bolo está relacionada não com o mundo dos mortais, mas sim com o dos deuses, afinal de contas, o primeiro bolo foi criado na Grécia Antiga para homenagear Ártemis, deusa da caça. Naquela época, as velas colocadas em cima da massa representavam o luar que, de acordo com a mitologia, era o instrumento da deusa para proteger a Terra. 

Mais tarde, esse costume atravessou fronteiras e, na Idade Média, chegou à Alemanha, onde foi adotado nas Kinderfest, festas infantis que começavam ao raiar do dia, quando os camponeses acordavam as crianças com um bolo iluminado por velas acesas. Naquele tempo, o número de velhinhas não era igual ao número de anos do aniversariante. O bolo recebia uma vela a mais, como um sinal da luz da vida.

Hoje, o bolo é uma delícia apreciada em todas as partes do mundo. Não é preciso fazer mais aniversário para saborear esse prato divino que vai bem a qualquer hora do dia. Ele pode ser a base de um saboroso café da manhã, se transformar na atração principal do chá da tarde, ou até em uma deliciosa sobremesa. Afinal de contas, como meros mortais, podemos encontrar sempre um motivo a mais para comemorar.


A receita abaixo, é uma receita especial de bolo de nozes é da vovó Rosa, mamãe da minha querida amiga e parceira de Blog Rosana Madjarof, e está na família há mais de 40 anos.

A vovó Rosa, até hoje, bate a massa do bolo na mão, sem o uso de batedeira, e talvez esse seja o verdadeiro segredo do bolo, mas vocês podem usar a batedeira para fazer a massa.

Todos os anos, na época de Natal, a vovó Rosa faz mais de 30 bolos de nozes para presentear os amigos e familiares, e ela continua fazendo o delicioso bolo no decorrer do ano, pois todos esperam e pedem que ela faça essa iguaria.

Este bolo é delicioso no café da manhã, no chá da tarde, ou para qualquer hora do dia ou da noite.

Deixo meu agradecimento especial à vovó Rosa que gentilmente forneceu a sua receita "secreta" para que nós pudéssemos colocá-la aqui no Blog e dividi-la com todos vocês. 

Bolo de Nozes da Vovó Rosa

Ingredientes: 

5 ovos 
2 xícaras (chá) de açúcar 
3 xícaras (chá) de farinha de trigo 
1 xícara (chá) de leite quente 
50 gr. de manteiga ou margarina 
Gotas de baunilha 
1 colher (sopa) de fermento em pó 
1 xícara (chá) de nozes picadas 
½ xícara (chá) de uvas-passa brancas sem sementes 
½ xícara (chá) de uvas-passa pretas sem sementes 
1 pitada de sal 

Modo de Fazer: 

Bater a manteiga com o açúcar, juntar as gemas e bater até ficar um creme liso e homogêneo. Juntar o leite quente, a farinha, a baunilha e o sal. Bater tudo muito bem até o creme começar a formar bolhas. Colocar as claras em neve e mexer lentamente. Adicionar o fermento, as nozes e as passas empanadas em um pouco de farinha de trigo. 

Untar uma forma de buraco com manteiga e farinha de trigo. Colocar a massa e levar para assar em forno pré-aquecido por mais ou menos 25 a 30 minutos (depende do seu forno).



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