sábado, 30 de outubro de 2010

Tradição de Finados Conforme a Religião

Tradição Católica


Durante o velório, a opção de caixão abeto ou fechado cabe à família ou às pessoas mais próximas.

A partir da crença na ressurreição, a religião católica celebra de forma significativa duas missas após o falecimento - a do sétimo dia e a do trigésimo dia. Pelos costumes, são ocasiões solenes e importantes para a família. Praticantes fervorosos mandam celebrar missas mensalmente a cada ano. Mas as duas primeiras são as principais. Os anúncios destas costumam ser feitos pelos jornais ou de maneira informal entre parentes e amigos. Importante que pessoas próximas procurem comparecer como ato de respeito, mesmo pertencendo a outra religião. Afinal, trata-se de um gesto de atenção para com aqueles que aqui estão.

A presença em uma missa não desobriga do comportamento em outra. Procure adequá-las à sua disponibilidade. Ou seja, vale a regra de presença no velório e no enterro.

Fundamental que você permaneça até o final da cerimônia e se dirija à família ou aos demais presentes para cumprimentá-los. Logo à entrada poderá ser colocado o livro de presenças, no qual se pede o endereço dos que ali estiveram para que seja enviado um cartão de agradecimento.
O mais indicado ú um cartão de dimensões 10cm x 15 cm, com os dizeres impressos (veja os modelos abaixo). Já foram obrigatórias uma tarja transversal negra no canto superior esquerdo ou uma moldura negra ao redor do cartão, mas ambas caíram em desuso.

Aquele "golpe" de pedir para alguém preencher o livro por você é emnos eficiente do que se imagina.


Tradição Espíritia

Os espíritas seguem as tradições de decoro nas vestimentas.

Não há restrição quanto ao caixão aberto ou fechado, e acredita-se não ser muito positivo chorar pela pessoa que desencarnou. Música ambiente é permitida, e flores são recebidas, mas não necessárias. Não se utilizam velas.

Após o sepultamento, espíritas não preveem nenhuma cerimônia.

Tradição Evangélica

Os evangélicos acreditam na separação da alma do corpo, do qual é retirado todo tipo de adorno para que seja colocado no caixão.

Os quesitos decoro e sobriedade têm grande importância neste momento, e condenam-se rituais ou cerimônias dirigidos à pessoas que se foi: o velório é voltado para o bem-estar dos enlutados.

Os enlutados não necessitam obrigatoriamente ser parentes ou amigos, mas qualquer um que assim se sinta.

As velas, que no catolicismo representam a iluminação do caminho da alma para o céu, não são permitidas aqui, pois essa lua deve ter sido recebida durante toda a sua vida de fé.

Não há restrição quanto a música e flores - tudo o que possa trazer bem-estar aos que estão de luto. O corpo pode ser deixado sozinho.

O pastor se faz presente ao longo do processo.

Os evangélicos não adotam do Dia de Finados como uma data para reverenciar os mortos. Pode ser um dia como qualquer outro, lembrando que em nenhum momento se acendem velas ou se permitem rituais.

Tradição Judaica

Uma vez constatado o óbito, todas as janelas do recinto são abertas e os adornos do falecido, retirados. Os judeus pregam que, ao morrer, a pessoa se encontra com o Criador, e não seria de bom decoro estar perante a presença divina munido de coisas mundanas.

Cobre-se o corpo com um lençol branco, no intuito de que seja conservada a imagem da pessoa em vida. Mais tarde, o corpo é acomodado em um velório apropriado em cima de uma mesa de pedra, com os pés sempre posicionados em direção à porta. Coloca-se algum apoio sob a cabeça, para que esta fique mais alta em relação ao corpo. Acima da cabeça, acendem-se três velas.

Na escolha do caixão, procura-se prezar pela simplicidade: sempre preto, com um estrela-de-davi de cor branca na parte superior da tampa. Essa padronização representa a igualdade entre os homens.

Com a chegada do caixão ao velório, ali é colocado o falecido. O caixão é fechado, pelo mesmo significado do lençol branco.

As velas são mantidas acesas até a saída do féretro, e pessoas leem os salmos em intenção à alma do falecido, mencionando suas virtudes e boas ações.

O envio de flores não é uma prática adotada pelo judaísmo. Caso as recebam de alguém que não saiba disso, eles a colocam em uma sala à parte. As flores não são levadas ao cemitério.

Para essa filosofia, não se mistura vida com morte, e o corpo não é deixado em momento algum.

Dentro do recinto não se pode comer, beber e fumar.

Não são oferecidas condolências antes do sepultamento. Não se cumprimentam os enlutados, uma vez que os judeus acreditam que palavras são incapazes de expressar adequadamente o pesar do momento. Quem comparece a esse funeral não deve puxar conversa com quem está de luto, mas apenas responder caso seja indagado.

Só se consideram enlutados pai e mãe, filho e filha, irmão e irmã, esposo e esposa.

Os códigos de vestimentas são os mesmos das demais religiões, com preferência a trajes escuros e decorosos.

Fundamental que a cabeça dos homens esteja coberta pelo quipá - que em geral é distribuído àqueles que eventualmente não o tenham. Neste caso, até um lenço vale. Mulheres não precisam cobrir a cabeça - salvo as ortodoxas.

Segundo a tradição Askenazi (judeus europeus), mulheres grávidas e lactantes não podem comparecer ao cemitério. Já os sefarditas (os judeus árabes) não permitem mulheres em geral. Para eles, trata-se de lugar impuro, inapropiado para elas.

Não são realizados enterros durante o Shabat ou qualquer Yom Tov (dias festivos).

A chegada ao cemitério é feita pela porta que tem o vão superior aberto, simbolizando que ali vivos e mortos podem passar. A saída ocorre pela porta que possui um arco na parte superior, com a simbologia de que apenas os vivos por ali passarão.

Após o sepultamento, os judeus não costumam ir para a casa, acreditando assim despistar o anjo da morte.

É costume que eles passem os 7 dias subsequentes ao falecimento recbendo visitas em casa. Estas devem ser realizadas após o horário da reza da manhã, feita pelos homens - o ideal entre 10 e 12 horas. Durante o almoço, não se devem fazer essas visitas. O horário para esse comparecimento se reinicia às 15 horas e vai até as 19:30h., quando novamente os homens se agrupam para a reza do entardecer. Como já foi dito, não leve flores. Um livro com mensagens acalentadoras, por exemplo, pode ser uma sugestão bem-vinda.

Fatos e Figuras

O Dia de Finados Diferente do México

O Dia de Los Muertos é comemorado no México com as pessoas fazendo pequenos altares como oferendas para os entes queridos falecidos, escolhendo sempre as coisas de que eles mais gostavam, como comida, bebida e flores. Não se espante se estiver por lá nesse dia: são comuns piqueniques feitos nos cemitérios ao redor dos túmulos.

Na véspera da data, as famílias se reúnem para enfeitar os túmulos com toalhas, velas e deixar tudo pronto para a ocasião. Uma grande tradição popular são as caveiras doces, que têm para os mexicanos representação semelhante à das abóboras do Halloween norte-americano. Existe inclusive a licença criativa para enfeitar esqueletos femininos com perucas e batom - mas sem medo: eles são feitos da chamada "massapão" - o marzipã.

O colorido das flores é sempre pontuado pelas amarelas, que para eles expressam a morte. Não se chora nem se lamenta: brinca-se muito, dança-se e se passa o dia todo em cima da celebração.

Outra tradição são as rimas, conhecidas como calaveritas, que costumam conter versos em que a morte personificada contrasta com personagens da vida real, sempre fazendo alguma alusão a características da pessoa em questão. Um pouco parecido com o mote do nosso repente nordestino.



Essa tão diferente celebração remonta aos povos indígenas, há mais de 3 mil anos. Quando os conquistadores ali chegaram, no século XVI, introduziram conceitos católicos, e essa mistura deu origem à festa como é hoje.



Fonte: Arruda, Fabio. Faça a festa e saiba o porquê: etiqueta e comportamento do Carnaval ao Réveillon. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2009.
Fotos retiradas da Internet.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Qual o Significado do Dia de Finados?

O Dia de Finados

O Dia de Finados – também chamado de Dia dos Fiéis Defuntos ou Dia dos Mortos – é celebrado desde o século XIII em 2 de novembro, na seqüência do Dia de Todos os Santos, em 1º de novembro. Mais do que encará-lo como um dia associado à morte, é interessante vê-lo como uma data que comemora a vida eterna, podendo até ser considerada como um dia de amor, porque amar é sentir que o outro não morre jamais.
Ao longo do dia de Finados, há de se esperar que você mantenha, por meio de suas atitudes, um decoro e, principalmente, um sentimento de respeito.

A cor do luto varia de um país para outro. Para os nipônicos, além do nosso conhecido preto, o azul e o branco expressam ese rcolhimneto. No Egito, violeta. Na Índia, é o vermelho. Na China, o branco é a cor do luto.
Por ser um momento de introspecção, fica até óbvio dizer que não se marca nenhum tipo de evento comemorativo nesta data. Este será dia para missas, cultos, memoriais e visitas ao cemitério.
Devemos saber que ir ao cemitério no dia 2 de novembro para muitos significa um tributo àqueles que não estão mais conosco e, mais do que isso, um notório gesto de carinho para com os que ficaram. No caso de casais ou parceiros, se o peso dado à data varia de um para o outro, é importante que se tente chegar a um consenso, evitando que os sentimentos alheios possam parecer menores ou menos importantes.
Tenha em mente que nesta data o movimento nos cemitérios costuma ser gigantesco e que este é para ser um dia de paz. Prepare-se para demorar um pouco mais estacionando o carro e, talvez, encontrar alguma dificuldade para chegar tranquilamente até o túmulo de seu ente querido.



Leve em conta que as flores também sobem vertiginosamente de preço, sendo a oportunidade encontrada pelos comerciantes para obter um lucrinho. Mas nesta situação, como em qualquer outra, vale lembrar que uma flor escolhida de coração vale tanto quanto o mais sofisticado ramalhete.



Na Europa Ocidental, lírios brancos e crisântemos são as flores fúnebres. No Leste Europeu, o luto é expresso por flores amarelas.
Como ali estarão presentes as velas, é válido prestar um pouco de atenção à história que elas carregam: existem registros da existência de velas – não exatamente como as de hoje, mas como fontes de luz – desde 50.000 a.C. Nessa época, não eram de parafina, mas de gordura animal em estado líquido. Na Idade Média, quando elas se tornaram tão presentes, eram feitas à base de sebo animal – uma opção nada agradável devido à espessa fumaça e ao forte odor que exalavam quando queimadas. A versão de parafina que conhecemos data do final do século XIX. Como temos essa associação de a chama iluminar os nossos mortos, velas em profusão serão acesas nesse dia. Tome cuidado para escolher um local adequado para elas, evitando acidentes.

Funerais

Não há nada mais difícil para a grande maioria das pessoas do que lidar com a perda de alguém querido. Esta inexorabilidade que existe na aceitação da morte para o entendimento de muitos é intransponível. Mais do que nunca, é o exercício da generosidade para com aquelas passam por essa situação. E, na hipótese de que isso aconteça conosco, que encontraremos o apoio necessário. Não importam aí a religião, a crença ou a filosofia de cada um. O que deve valer é um sentimento maior de respeito e solidariedade.
Ao saber da notícia do falecimento, avalie seu grau de proximidade para tomar a atitude mais indicada. Sua presença pode simbolizar apoio e carinho. Mas, sendo uma pessoa com a qual sua relação não é tão próxima, pode denotar um pouco de invasão. Avalie criteriosamente. Quando grandes personalidades morrem, a população toa costuma querer estar próxima, em um grande gesto de demonstração de carinho por elas. O caso aí é bem diferente; em geral, essas pessoas são veladas em local público e aberto à visitação. Mais uma razão para a organização imperar e funcionar de forma impecável.

A possível presença de celebridades pode parecer tentadora, mas comparecer apenas para tietar é fútil e descabido.
Não há traje específico para ir a um velório ou a um enterro. É caro que vale o bom senso de não aparecer de biquíni e tampouco fantasiado para o carnaval.
Quando gostamos muito de alguém, queremos muito estar próximos dele nos momentos de alegria. Nos de tristeza, também. Logo, ir ao velório não desobriga ninguém de estar presente ao enterro. Mas também devemos lembrar que nem sempre temos a disponibilidade de que gostaríamos. Se você só poderá estar presente a uma das ocasiões, veja qual lhe é mais apropriada – não há uma “hierarquia” entre as duas.

O velório pode acontecer eventualmente em um hospital. Alguns têm salas próprias para isto. Mas, mais uma vez, importantíssimo avaliar quão bem-vinda será a sua visita, pois as pessoas estão no momento subseqüente a um período de sofrimento e convalescença ou em um estado de desencontro por causa de uma notícia súbita e inesperada. Em todas as situações, o fundamental é que, uma vez que esteja presente, que realmente esteja lá. Uma presença silenciosa pode, nessas situações, valer muito mais do que as tais mil palavras. E, quanto a estas, saiba que não é obrigatório dizer “Meus sentimentos” ou “Meus pêsames” – o que tampouco está errado. O que tem valor de fato é um olhar com ternura, um abraço sincero.

Terminantemente proibidas são aquelas espressões sem sentido, como "Descansou", "Está melhor do que nós", "chegou a hora", e todas as outras variantes de igual grau de estupidez.
Se você conhece apenas um parente ou um dos membros da família ou do grupo que ali está, basta lembrar que isso o motivou para ir até lá. Portanto, preste sua solidariedade para com todos. Em qualquer ambiente festivo a que chegamos cumprimentamos a todos, não é assim? Neste momento, não basta apenas uma saudação. Demonstre os seus sentimentos especificamente para com os parentes mais próximos e aos chegados. Esta visita é, acima de tudo, um gesto de amparo àqueles que estão lamentando uma perda.

Pessoas se comportam de forma diferente da habitual neste momento. Se ela não quer parar de falar do assunto ou não consegue deixar de enumerar as qualidades do ente falecido ou mesmo de relembrar os momentos que passou com ele, respeite-a e escute-a. Nada mais desagradável do que dizer “Não, não vamos falar disso”, “Vamos mudar de assunto, você precisa espairecer”. Se essa pessoa quer ou precisa chorar muito, que o faça. Enfim, o básico é não reprimir. Em contrapartida, se ela prefere não tocar no assunto – não quer falar, não quer mencionar –, só nos cabe respeitar.

Algumas pessoas ficam na dúvida sobre se devem levar flores pessoalmente. Não é proibido, mas não devem – ali, o gesto mais atrapalharia do que demonstraria qualquer tipo de emoção. No caso de algumas religiões, elas são simplesmente ignoradas.
O envio de coroa de flores pode ter duas representações: a corporativa, na qual uma empresa manda um arranjo à família de um ex-funcionário ou de pessoas de uma relação próxima; ou de grandes amigos que podem enviar a cora em nome da família ou de si mesmos. Em qualquer um dos casos, a quantidade e a qualidade das flores escolhidas, bem como o volume do arranjo, não determinam quão prezada era a pessoa que já se foi. Se alguém, por acaso, toma esse gesto no intuito de impressionar a família ou causar sensação, isso é lamentável. Tenho uma sugestão: na Europa não se utilizam mais coroas há algum tempo; as pessoas costumam reverter o que gastariam nesses itens em doação para uma instituição escolhida pela família de quem faleceu.

Sentimentos não têm e nem poderiam ter preço. Ou valor agregado.
Em algumas culturas, costuma-se associar a este momento lautos banquetes. Já em outras, imagina-se ser necessário que existam coisas para comer em atenção às pessoas que ali comparecerão. Em outras ainda, as pessoas chegam a tomar um homérico porre em homenagem a quem partiu (o popular “beber o defunto”). Seja qual for o hábito ou o costume – ainda que apenas os básicos água e cafezinho dos nossos moldes tão brasileiros –, enquadre-se.

A curiosidade é algo tremendo, portanto controle a sua. Se não foi comentada a causa do falecimento, que permaneça assim.

Não temos como separar piadas dessas ocasiões. Todos têm um caso de um velório a que compareceram e durante o qual se contavam piadas. Sem dúvida é um escape para aquele momento de tensão e tristeza, mas evite.

Não há regra para tempo de permanência. O que deve valer é que você não está indo “bater pique”. Vá e fique um pouco. Mas varar a noite – hábito que em algumas capitais já não é mais possível, pois se tranca o velório por questões de segurança –, apenas em caso de total intimidade.

A boa educação pede que saudemos sempre ao chegar e ao sair, mas existem exceções. Você pode sair de uma festa no auge sem de despedir dos anfitriões, para não quebrar o clima, assim como pode se retirar de um funeral da mesma maneira de modo que não aumente o sentimento de perda ou abandono as pessoas próximas ao falecido.

Quando a distância ou outras circunstâncias inesperadas de comparecer, para os que têm a possibilidade de enviar um cartão escrito a mão, isso é o ideal. Caso não seja possível, opte pelo telegrama. Deve-se evitar o telefonema, pois ele causará alvoroço. Um e-mail ou uma mensagem de texto disparada por telefone celular não se aplicam, pois nestes momentos tão sentimentais pede-se algo mais real.

Ao escrever o cartão, externe os seus verdadeiros sentimentos. Cada qual sabe a melhor e mais verdadeira maneira de fazê-lo. Você pode endereçá-lo à família do falecido e assiná-lo em nome da sua, ou fazê-lo em seu nome. O que vai nortear é quão próximo você é de cada indivíduo daquela família. Nas duas hipóteses, trata-se de um gesto verdadeiramente inesquecível.

O mais indicado é enviar o cartão por portador. O correio é ok., mas o serviço pode demorar, estar em greve... Enfim, não é 100% garantido.

Na grande maioria das cidades, você tem serviço terceirizado de entregas por motoboy. Não há desculpa.
Depois do enterro ou da cerimônia de cremação, apenas as pessoas absolutamente íntimas é que podem ir para a casa da família, sempre perguntando antes se isso é o que se prefere. E, familiares de quem não está mais aqui, sintam-se totalmente à vontade para realmente dizer o que acham melhor. Não é hora para fazer cerimônia.



Na próxima postagem falarei sobre as diversas crenças religiosas e seus rituais funerários.

domingo, 24 de outubro de 2010

Natal: O Chique é ser Solidário!


O Natal Está Chegando...

Ontem eu fui ao mercado e vi uma prateleira cheia de panetones variados, dos mais diversos sabores, e foi aí que tive a idéia de fazer esta postagem, pois, querendo ou não, já estamos quase em novembro, e é nesta época que começamos os nossos preparativos para a linda festa onde comemoramos o aniversário do nosso grande mestre e irmão Jesus Cristo.

Um Pouco da História do Natal

Bem antes de o 25 de dezembro ser consolidado como o dia de Natal - uma festa de caráter cristão -, o fim do ano já era época de comemorações entre antigos povos pagãos. No dia 21 desse mês ocorre o solstício de inverno no hemisfério Norte. (É o inverso para nós: aqui, é verão). Para os países de lá, 21 de desembro é o dia mais curto do ano em relação à noite. À partir daí, a duração dos dias vai aumentando até ocorrer o outro solstício, o de julho - verão no Norte, quando ocorre láo dia mais longo do ano, enquanto para nós é o inverno que chega. Por isso, para os antigos povos pagãos do Norte, no dia 25 de desembro se comemorava o nascimento do Sol, pois este só cresceria dessa data em diante. Vem daí uma das versões mais aceitas sobre a escolha do dia 25 como o de nascimento de Cristo: a Igreja fez coincidir essa data com a do culto pagão ao nascimento do Sol, difundindo a idéia de que o Filho de Deus era a lua que vinha para iluminar o mundo.

Não importam a crença religiosa ou a convicção; nesta época do ano, há uma grande nuvem, quase tátil, de união, fraternidade, amor em família e busca dos inquestionáveis maiores bens que a humanidade pode ter: paz e amor. O espírito natalino é contagiante, e mesmo nesse delicioso país tropical, onde é mais fácil depararmos com coqueiros e passarinhos multicoloridos do que com pinheiros e renas, sem dúvida o Natal domi8na a cena. Algumas dicas destinadas às melhores comemorações desta data farão com que batam os sinos de alegria e, em coro com Papai Noel, possamos entoar um delicioso "ho, ho, ho".

O Verdadeiro Motivo Desta Postagem

Nesta postagem, eu não quero falar sobre lindas decorações natalinas, ou como recepcionar os seus convidados, pois está será a minha próxima matéria...

Nesta postagem, eu quero falar sobre o amor, a caridade, a compaixão, o doar sem querer receber. Quero poder falar um pouco sobre como podemos fazer algumas crianças felizes, mesmo que seja só no Natal, pois, afinal, sabemos que as crianças mereceriam ser felizes todos os dias...

Vamos aproveitar o espírito natalino que está dentro de cada um de nós para nos despirmos de tudo aquilo que não precisamos, que guardamos sem sabermos o porquê, somente porque aquele objeto tem um história... Vamos doar a nossa história para outras crianças, que, certamente, saberão aproveitá-las da melhor maniera possível.

Quero deixar aqui algumas idéias ou dicas, que talvez vocês poderão aproveitar.

1. Que tal reunirmo-nos com nossos vizinhos mais próximos, e espalharmos a idéia de um Natal para as crianças carentes? Crianças com HIV/AIDS, portadoras de deficiências, crianças que nunca tiveram um único brinquedo de verdade, e que vivem em "lixões" pegando algo para que possam brincar, ou comer? Se cada um desses vizinhos comprar um único brinquedo, uma roupa, um calçado, ou aquilo que o seu coração desejar, com certeza ele terá um Natal muito mais feliz e solidário.

2. Já que estamos em era de informática, onde usamos a rede virtual para quase tudo que fazemos, que tal passarmos um e-mail bem elaborado, bem querido, com muito amor e carinho para os nossos amigos pedindo essa doação? Não é para pedir dinheiro, mas doação em brinquedos, roupas e alimentos, pois quando uma pessoa sai para comprar algo para doar, ela percebe o tamanho da grandeza do seu gesto, e o dinheiro não tem valor algum nessa hora.


 3. Nós ainda temos tempo, e não podemos ter vergonha de pedir, principalmente se for por uma causa nobre. A alegria das crianças quando recebem um presente do Papai Noel, é algo impagável, pois o sorriso e o brilho de seus ohinhos já dizem tudo.



 4. Não quero aqui, fazer com que vocês reunam-se em grupos, mas sim, que façam a sua parte. Se cada um de nós fizermos a nossa parte, certamente faremos milhares de crianças felizes, nem que seja apenas por um dia, por um único dia, mas que seja um dia muito especial, um dia onde comemoramos o nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.


 Pensem Nisso! Façam a sua parte e deixem uma criança feliz!

Vamos trabalhar meus amigos, pois desta vida, a única coisa que levamos é aquilo que praticamos pelo bem dos outros e de nós mesmos.

Até a próxima postagem!




quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Que Tal Uma Festa de 50 Anos de Uma Forma Diferente?

Que tal Comemorar os seus 50 Anos?

Todo mundo adora uma boa festa. O que pode ser mais divertido do que um encontro festivo de amigos e familiares? Os aniversários são muitas vezes marcantes quando os adultos escolhem fazer uma festa de aniversário. Se você conhece alguém que está prestes a completar 50 e pretende fazer uma festa fantástica, aqui estão algumas dicas:

1. Comece a divertir-se com os convites. Faça uma pequena pesquisa sobre os acontecimentos há 50 anos atrás e inclua-os no convite. Por exemplo, "Em 1956 Eisenhower estava na Casa Branca, O Mágico de Oz foi exibido na TV pela primeira vez, pessoas ficavam na fila para ver O Rei e Eu no cinema, Elvis Presley estava direto no rádio, você podia enviar uma carta por três tostões e, em Chicago, Illinois a família Walker deu as boas vindas ao bebê Thomas James."

2. Muitas vezes adultos preferem não ganhar presentes nas festas. Se esta é sua preferência, não se esqueça de contar previamente aos convidados. Inclua uma linha no convite dizendo: "Por favor, sem presentes. Sua presença será o meu presente."

3. Se a festa de 50º aniversário for uma surpresa, não se esqueça de avisar todos os convidados para manter segredo. Além disso, se você mora na mesma casa que o aniversariante, peça para as pessoas responderem o convite via e-mail para que acidentalmente eles não estraguem a surpresa com ligações na hora errada.

4. Jogue "Esta é Sua Vida". Peça a alguns convidados para contar histórias sobre o convidado de honra. As melhores histórias são bem-humoradas ou tocantes, não muito longas, e que retratem o aniversariante de forma positiva.

5. Seja respeitoso com a personalidade e preferências dos convidados. Se ele for do tipo que gosta de brincadeiras sobre a idade, então tudo bem. Mas se você sabe que ele é sensível quanto a isso, evite provocar.


6. Faça uma linha de tempo dos últimos 50 anos e poste-a em uma parede da festa. Inclua acontecimentos no mundo, descobertas, música popular, filmes ganhadores de Oscar e outros coisas triviais divertidas dos últimos 50 anos.






7. Faça piadas. Peça aos seus amigos e familiares que elaborem falas curtas cutucando um pouco de forma divertida o aniversariante. Se houver convidados de várias idades no recinto, peça ao pessoal para pegar leve!

8. Mostre o quanto o mundo mudou durante os aniversários da pessoa ao longo de sua vida. Investigue acontecimentos históricos dos últimos 50 anos e elabore cartões que você pode ler durante a festa. Se você for tímido para falar na frente de uma multidão, basta escrever as informações em folhas de papel colorido e postá-las nas paredes para os hóspedes. Aqui estão algumas ideias: "Quando Thomas estava no jardim de infância, Harper Lee ganhou um Prémio Pulitzer por To Kill a Mockingbird" ou "Quando Thomas foi ao palco para receber seu diploma de colegial, Penelope Cruz era um bebê recém-nascido. "




9. Toque música popular de 50 anos atrás. Se preferir, você pode escolher músicas que o aniversariante gostava durante seu tempo de escola.







10. Depois de todos esses preparativos, não poderíamos nos esquecer dos doces e salgados, além das bebidas e refrigerantes.


11. E como se trata de uma festa de 50 anos, nada melhor que seguir o estilo da época, ou seja, salgadinhos diversos, docinhos variados, petit fours, refrigerantes, um bom vinho, e, para finalizar, na hora de cortar o bolo, nada melhor que um bom espumante.


Agora é só aproveitar a sua festa e Feliz Aniversário!


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Saiba Como Fazer um Porta-Guardanapo Natural e Elegante

A História dos Guardanapos

Nos dias atuais, o guardanapo tornou-se um componente obrigatório em todas as mesas. Mas, apesar de ser extremamente necessário no dia-a-dia de residências e estabelecimentos comerciais, talvez a maioria das pessoas não tenham idéia de que o guardanapo surgiu na Idade Média para suprir um hábito considerado bastante estranho e inusitado para nós nos dias de hoje. Antes do guardanapo, cachorros e coelhos eram usados na limpeza das mãos dos comensais. É por isso, muito provavelmente, que tantas cenas medievais dos primeiros anos da Renascença, mostram cães em volta de mesas de banquetes.

Nas festas medievais a regra era comer com as mãos. Até o século 13 não se usavam pratos e o garfo, surgindo no século 11, só veio a ser utilizado genericamente 500 anos depois. Já era de todo o modo, uma evolução em relação aos tempos áureos da civilização grega, quando as pessoas comiam deitadas (ou quase) usando as mãos (ou a colher, raramente) para levar o alimento à boca. Os modos mais civilizados começam a surgir a partir do século 16, quando as mesas italianas, por exemplo, eram ornamentadas por fidalgas de alto escalão, com diferentes maneiras de dobrar o guardanapo (até em forma de galinha), e também por clérigos, (até o desenho da Arca de Noé).

Não existe informação precisa sobre as origens do guardanapo, mas o Codice Romanov, livro de anotações culinárias atribuídas a Leonardo da Vinci (1452-1519), traz uma indicação de que esta peça pode ter sido mais uma de suas criações geniais.

Através dos séculos, o guardanapo foi se tornando um item indispensável nas guarnições. E o seu uso foi finalmente democratizado com o lançamento do guardanapo descartável a partir da década de 70, pois com as mulheres abrindo mão de tarefas domésticas para trabalhar fora, toda inovação que trouxesse facilidades na sua vida, foi rapidamente incorporada no cotidiano das famílias.

Atualmente, graças a tecnologia e criatividade, as mesas podem ser ornamentadas também com sofisticação e beleza.

O guardanapo correto é de tecido e quadrado, mas com as exigências de uma vida mais prática dá para usar de papel, desde que ele seja macio e de boa qualidade.

Usado para higiene e proteção das roupas, a maneira como é usado mostra se uma pessoa é bem educada ou não. Para não deixar dúvidas seguem algumas dicas:
• O guardanapo deve estar colocado sempre à esquerda do prato.

• Ao sentar-se pegue o guardanapo e coloque-o aberto no colo.

• Antes de beber qualquer coisa limpe a boca com o guardanapo. Borda do copo suja de gordura é muito feio.

• Caso ele caia no chão no restaurante é só pedir outro para o garçom. Se for na casa de alguém, abaixe-se com cuidado para não incomodar quem está do lado, pegue-o e volte a comer tranqüilamente.

• Se encontrar um guardanapo de papel dentro do de pano é para limpar o batom, não é correto deixar o guardanapo de pano todo manchado de batom.

• Não use para limpar o nariz ou o rosto, em caso urgente o correto é levantar e seguir rapidinho para o banheiro.

• Guardanapos de papel devem ser usados e postos discretamente em cima da mesa.

• Se o serviço for buffet, deixe o guardanapo encima da mesa quando for se servir, e torne a colocá-lo no colo ao retornar.

• Alguns restaurantes disponibilizam toalhinhas quentes para limpar as mãos. Não limpe o rosto com ela, é só para as mãos!

• Restaurantes e casas particulares as vezes usam guardanapos enfiados numa espécie de anel “porta guardanapos”, tire da argola para usar e não recoloque quando acabar de comer.

• Se for comer macarrão ou qualquer coisa com muito molho não é feio proteger a roupa com o guardanapo, os homens podem prender no colarinho.

• Em jantares elegantes quando é servido algum alimento que é para ser comido com as mãos (alcachofra, aspargos e ostras) se oferece depois uma vasilha (lavanda) com um pouquinho de água morna e umas gotinhas de perfume, para lavar as pontas dos dedos. Nesse caso, é oferecido um guardanapo extra que depois é retirado junto com a vasilha.

• Quando terminada a refeição, o guardanapo deve ser deixado sobre a mesa, ao lado do prato. Não é necessário dobrar, mas também não faça um montinho com ele.

Que tal usar a sua criatividade para fazer elegantes guardanapos naturais?

Para montar uma mesa de jantar ou mesmode almoço, a louça e os objetos de decoração precisam estar em sintonia. Por isto, decidi montar um porta-guardanapo com flor natural, que deixa a mesa com ar mais alegre.

O passo-a-passo só requer criatividade e dedicação.

Material: tesoura, fita de cetim, arame, tesoura para corte de planta, planta Astromélia, guardanapo de pano.

Passo-a-Passo:




1º. Dobre o guardanapo em quatro partes e depois em três partes.








2º. Sobreponha a Astromélia uma sobre a outra, e corte com a tesoura própria para corte de planta. Após o corte, retire as folhas que sobraram.







3º. Amarre o arame nas Astromélias para que elas fiquem firmes.







4º. Cole um pedaço de fita vermelha, faça o laço no guardanapo e corte a fita para dar o acabamento. Após isto, já está pronto o enfeite.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Como Preparar Uma Linda Festa de Haloween

Preparando a Festa de Haloween

Se durante o outono o Sol vai se distanciando para o norte, e as noites são cada vez mais frias para nós que estamos no hemisfério Sul, chegou a hora de acontecer o inverso. A partir de 23 de setembro (ou 22, dependendo do ano), a temperatura só vai subir. É durante a primavera, a transição para o verão, que os animais se reproduzem e as aves constroem seus ninhos. Insetos voam de flor em flor em busca do néctar. O cenário florido é o cartão-postal desta estação.

Como o verde representa vida e beleza, acho interessante conhecer as mensagens vindas dos campos e jardins na hora de presentear alguém ou decorar um espaço para um evento - seja um elabora buffet, seja a sua própria casa. Quando passar pela floricultura, você já estará dominando esses significados.

Ao escolher a cor, leve a representação de cada uma. Obranco está associado a proteção, paz, pureza, verdade. Flores vermelhas sempre se destacam. O rosa representa a harmonia. O amarelo está ligado a clarividência, estudos, aprendizado, mente, brilho, vida, rapidez, velocidade, excitação. O verde está relacionado a cura, dinheiro, prosperidade, sorte, fertilidade, vida, crescimento. É a cor mais tranqüila para os olhos. O laranja exprime força, autoridade, atração, sorte.

Na Antigüidade já existia a atribuição de significados a flores e plantas. Os romanos homenageavam os heróis com coroas de louros, e a mitologia relata a criação de muitas flores. Esses significados variam de um país para o outro e até mesmo nas diversas regiões do Brasil. 

Doces e Bruxarias

Poucos dias depois da entrada da primavera, ocorre no Brasil uma comemoração de inspiração religiosa e que é literalmente saborosa: a Festa de Cosme e Damião (apesar de a Igreja Católica celebrar a data no dia 26), em que se distribuem balas para as crianças.

A origem, conta a história, está na Arábia, e esses irmãos gêmeos se chamariam Acta e Passio. Eles foram mortos em 300 d.C. porque realizavam um sem-número de milagres e foram por isso acusados de feitiçaria. Dentro do nosso sincretismo religioso, a comemoração como conhecemos vem das celebrações afro-brasileiras, nas quais os irmãos são associados a gêmeos que teriam a capacidade de ajudar em qualquer pedido em troca de guloseimas. Seus templos são ornados com bandeirolas e desenhos alegres, e as crianças se refestelam com doces e podem ganhar brinquedos. 

Praticamente na mesma época - 31 de outubro -, as crianças do hemisfério Norte se divertem em uma festa que também é embalada por doces: o Halloween. As escolas de idiomas, ao transmitis a cultura dos países de língua inglesa por aqui, fizeram com que passasse a ser fetejado, entre os brasileiros, o chamado "Dia das Bruxas".

O haloween é comemorado na maioria dos países anglo-saxões, mas é nos Estados Unidos que imediatamente pensamos quando algyém fala dessa data em que a garotada se fantasia de mortos-vivos e passa pelas portas das casas da vizinhança anunciando tricks-or-treats ("gostosuras ou travessuras"). Os adultos já têm preparado um estoque de guloseimas, para atender à demanda dessas "diabólicas" criancinhas. O símbolo do Haloween é uma figura conhecida mundialmente: a Jack-o-lantern, feita com uma abóbora sem miolo em que é recortada a expressão de uma caveira. Acende-se uma vela dentro com o intuito de expulsar tudo de mal e também os duendes que vagueiam pelas noites.

O que hoje é fantasia, nos tempos passados tinha um caráter bem mais sombrio. Os antigos celtas acreditavam que, em 31 de outubro, os espíritos dos que tinham morrido no ano anterior voltariam em busca de corpos de pessoas vivas para ali se alojarem. As leis de tempo e espaço estariam suspensas durante esse período, o que permitiria que as almas tivessem contato com os vivos. Assim, na noite de 31, os aldeões apagavam as luminárias de suas casas no intuito de deixá-las frias e não convidativas, e vestiam-se de maneira assustadora para espantar os indesejados visitantes.

A associação da data com "Dia das Bruxas", existe porque se acreditava que as feiticeiras eram adoradoras de demônios, o que lhes conferia poderes ocultos. A simpática versão que vem à cabeça de muitos hoje - a da bela moça voando em uma vassoura e fazendo sua magia de maneira doce, apenas mexendo o nariz - se deve à querida Samantha, personagem vivida por Elizabeth Montgomery (1933-1995) em Bewitched, o famoso seriado norte-americano dos anos 1960, transmitido aqui como A Feiticeira.

Como sou fã incondicional de festas, acredito que uma mensagem transmitida a uma criança durante celebrações tão gostosas como essas, ficará para sempre na memória dela. Aproveite essas festividades para reunir amigos, parentes, primos e os filhos pequenos deles. Se as datas caírem no meio da semana, não desanime: é uma bela chance de colorir o cotidiano. E, durante as crincadeiras, aproveite para explicar à garotada o significado de cada gesto. Guloseimas em excesso até podem fazer mal, mas, no caso de cultura e conhecimento geral, quanto mais, melhor.

Fonte: Arruda, Fabio. Faça a festa e saiba o porquê: etiqueta e comportamento do Carnaval ao Réveillon. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2009.
Fotos retiradas da Internet.



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