domingo, 27 de novembro de 2011

Elegância com Cartões e Presentes de Natal

Generosos que somos, nesta época do ano começamos a correr, a fim de comprar uma lembrança para todos aqueles a quem queremos agradar ou agradecer. Deixar os dias mais próximos ao Natal para nos dirigirmos às ruas de grande comércio é uma tarefa que exige disposição hercúlea. Não precisa ser tão sacrificado assim. Uma boa programação sobre a lista de presentes e de presenteados garantirá  custo e cansaço reduzidos. Uma sugestão é adquirir, em grandes distribuidoras de papel, embrulhos e fitas, material para - quem sabe até no decorrer do ano - você ir se preparando para a troca de presentes de dezembro.

Esta tradição faz referência aos presentes levados para o menino Jesus pelos três reis magos.

Procure mandar os cartões natalinos a partir de 1º de dezembro, esforçando-se ao máximo para que cheguem antes da festa. Caso a data já tenha passado e você queira mandar cartões em agradecimento aos recebidos, tudo bem se eles chegarem depois do Natal ou mesmo no Réveillon. Apenas indique, no texto, que você agradece e retribui os votos e mensagens.

O cartão de Natal, esse mimo tão elegante, surgiu no século XIX, elaborado pelo artista inglês John Callcott Horsley (1817-1903).

No caso de uma correspondência natalina virtual, faça como se fosse a tradicional. Ou seja, direcione-a a uma pessoa ou a uma família. Aquele "spamzão" é dispensável.

Para os internautas convictos, é crime passível de paredão.

Ainda falando em e-mail: por mais linda e especial que seja aquela mensagem com música, fotos e filminho, quem a recebe e tem a caixa postal lotada por causa disto não fica muito satisfeito.

A definição da "agenda" para os dias 24 e 25 também é algo a pensar com razoável antecedência. Aquela infindável gincana de passadas e passadinhas na casa deste ou daquele em geral se transforma em uma maratona olímpica que acaba deixando todos os envolvidos frustrados, quiçá tristes. Pesar nessa hora laços e implicações familiares, tentando se adaptar para que todos fiquem satisfeitos, é a única receita possível de ser indicada. Parece simples na teoria, mas sua prática pede que nos utilizemos dos princípios básicos da etiqueta, repetidos mais uma vez: a generosidade e o respeito.

Quer melhor momento do ano do que este para que você passe a adotar esses princípios em suas decisões? Vale a pena tentar.

Estabelecer o cardápio específico para a ceia de Natal é algo um pouco tirano. Se quiser optar pelos tradicionais quitutes, como peru, tender, nozes, tudo bem. Querendo inovar, libere o mestre-cuca que há em você. Lembre-se apenas de escolher um menu relacionado com o clima do lugar onde a festa acontecerá. Uma boa sugestão para esta hora pode ser o potluck. Combine com as outras pessoas o tipo de travessa em que as comidas serão apresentadas e quem levará o quê.

Quanto ao horário da ceia, procure levar em conta a idade predominante dos convivas, mas devemos nos aproximar o máximo possível das crianças, que, apesar de serem as que mais aproveitam esta festa, caem logo no sono.

Na África do Sul, devido ao verão, as mesas são colocadas do lado de fora. Na Austrália, é comum fazer a ceia na praia. Os vizinhos da Argentina comemoram ao ar livre, e seu cardápio é o churrasco.

O momento de abertura dos presentes - antes ou depois da ceia - vai depender do costume de cada família. Mais uma vez, vale pensar nos pequenos.

Aquela cena típica dos filmes norte-americanos, em que os presentes são abertos na manhã do dia 25, é para nós e nossas crianças quase tão inalcançável quanto a ponta da antena do Empire State Building.

Vale a pena lembrar que os presentes muito caros ou especiais devem ser trocados entre os seus, no círculo da pequena família. Ou seja, sua casa, seu lar.

As bases e os valores podem variar de núcleo para núcleo, e constranger ou deixar alguém frustrado não pode fazer parte desta data, aliás, em ocasião alguma.

Para terminar a postagem de hoje, deixo para vocês a receita de um prato muito especial - receita de família -, e tenho certeza que todos irão querer "bis".

Fatias de Presunto com Abacaxi

Ingredientes: (para 8 pessoas)

8 fatias de presunto magro com 1 cm. de espessura
6 pãezinhos amanhecidos (para retirar somente o miolo dos pães)
4 colheres (sopa) bem cheias de mostarda
1 1/2 xícaras (chá) de açúcar
1 lata de abacaxi em calda
6 fatias (tiras) de bacon

Modo de Fazer:

Refogue o bacon em uma frigideira e retire-os após fritar. 
Na gordura do bacon, doure as fatias de presunto e arrume-as em uma assadeira.
À parte, em uma tigela, pique o miolo dos pãezinhos, acrescente a mostarda, o açúcar, e o todo o caldo da lata de abacaxi.
Distribua essa massa de pão sobre as fatias de presunto, e coloque em cima de cada fatia de presunto uma rodela de abacaxi.
Leve ao forno até dourar as fatias de abacaxi, regando-as com o próprio caldo do abacaxi, se necessário.

Dica:

Você poderá colocar no centro de cada fatia de abacaxi, uma ameixa em calda sem caroço.

Fonte: Fábio Arruda
Receita: Rosana Madjarof
Fotos: Pessoais e da Internet

sexta-feira, 11 de março de 2011

Banana Assada com Sorvete de Creme e Licor de Menta

Todos nós sabemos que depois de um gostoso churrasco, nada melhor que consumir frutas frescas, seja ao natural ou na famosa salada de frutas, onde misturamos variados tipos de frutas... As variações são muitas.

Entretanto, uma boa pedida para depois do delicioso churrasco, é assar bananas com casca e preparar a deliciosa sobremesa... Portanto, vai aí a receita de bananas assadas com sorvete de creme e licor de menta... Uma delícia!

Porção Individual

Ingredientes:

1 banana nanica ou prata firme
2 ou 3 bolas de sorvete de creme
Licor de menta a gosto (escolha um licor de boa qualidade)
Canela em pó a gosto
Açúcar a gosto

Modo de Fazer:

Asse a banana com casca na churrasqueira. Depois de assada (a casca fica bem escura), retire a banana da grelha e coloque-a em um prato de sobremesa. Corte a banana ao meio (com a casca), pulverize a canela em pó e o açúcar por cima da banana, coloque as bolas de sorvete de creme por cima da banana, e para finalizar o prato, regue com o licor de menta. Se desejar, decore com folhas de hortelã.

Vocês irão adorar esta delícia!

Prato Finalizado

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Origem do Bolo e uma Receita Especial de Bolo de Nozes

A Origem do Bolo 

Ninguém precisa de uma comemoração especial para transformar um bolo em sinônimo de festa. A magia começa na sua preparação. Aos poucos, o açúcar batido, misturado com ovos e manteiga, forma um creme macio que recebe a pureza das farinhas, o sabor de especiarias e frutas e o prazer do chocolate, sem esquecer, é claro, da leveza do fermento que dá o toque final à mistura. Mistura essa que pode ainda ser servida com cremes, frutas, caldas, coberturas, enfim, com uma infinidade de combinações que encantam os olhos e despertam o paladar.

A origem do bolo está relacionada não com o mundo dos mortais, mas sim com o dos deuses, afinal de contas, o primeiro bolo foi criado na Grécia Antiga para homenagear Ártemis, deusa da caça. Naquela época, as velas colocadas em cima da massa representavam o luar que, de acordo com a mitologia, era o instrumento da deusa para proteger a Terra. 

Mais tarde, esse costume atravessou fronteiras e, na Idade Média, chegou à Alemanha, onde foi adotado nas Kinderfest, festas infantis que começavam ao raiar do dia, quando os camponeses acordavam as crianças com um bolo iluminado por velas acesas. Naquele tempo, o número de velhinhas não era igual ao número de anos do aniversariante. O bolo recebia uma vela a mais, como um sinal da luz da vida.

Hoje, o bolo é uma delícia apreciada em todas as partes do mundo. Não é preciso fazer mais aniversário para saborear esse prato divino que vai bem a qualquer hora do dia. Ele pode ser a base de um saboroso café da manhã, se transformar na atração principal do chá da tarde, ou até em uma deliciosa sobremesa. Afinal de contas, como meros mortais, podemos encontrar sempre um motivo a mais para comemorar.


A receita abaixo, é uma receita especial de bolo de nozes é da vovó Rosa, mamãe da minha querida amiga e parceira de Blog Rosana Madjarof, e está na família há mais de 40 anos.

A vovó Rosa, até hoje, bate a massa do bolo na mão, sem o uso de batedeira, e talvez esse seja o verdadeiro segredo do bolo, mas vocês podem usar a batedeira para fazer a massa.

Todos os anos, na época de Natal, a vovó Rosa faz mais de 30 bolos de nozes para presentear os amigos e familiares, e ela continua fazendo o delicioso bolo no decorrer do ano, pois todos esperam e pedem que ela faça essa iguaria.

Este bolo é delicioso no café da manhã, no chá da tarde, ou para qualquer hora do dia ou da noite.

Deixo meu agradecimento especial à vovó Rosa que gentilmente forneceu a sua receita "secreta" para que nós pudéssemos colocá-la aqui no Blog e dividi-la com todos vocês. 

Bolo de Nozes da Vovó Rosa

Ingredientes: 

5 ovos 
2 xícaras (chá) de açúcar 
3 xícaras (chá) de farinha de trigo 
1 xícara (chá) de leite quente 
50 gr. de manteiga ou margarina 
Gotas de baunilha 
1 colher (sopa) de fermento em pó 
1 xícara (chá) de nozes picadas 
½ xícara (chá) de uvas-passa brancas sem sementes 
½ xícara (chá) de uvas-passa pretas sem sementes 
1 pitada de sal 

Modo de Fazer: 

Bater a manteiga com o açúcar, juntar as gemas e bater até ficar um creme liso e homogêneo. Juntar o leite quente, a farinha, a baunilha e o sal. Bater tudo muito bem até o creme começar a formar bolhas. Colocar as claras em neve e mexer lentamente. Adicionar o fermento, as nozes e as passas empanadas em um pouco de farinha de trigo. 

Untar uma forma de buraco com manteiga e farinha de trigo. Colocar a massa e levar para assar em forno pré-aquecido por mais ou menos 25 a 30 minutos (depende do seu forno).

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

The Five O'Clock Tea ou Chá das Cinco

Chá das Cinco

Os chineses descobriram o chá, mas foi a rainha Catarina de Bragança, esposa de Carlos II. Em 1662, quando chegou à Inglaterra, ela estava gripada e suas damas de companhia ensinaram os servos do rei a preparar o chá.

O five o'clock tea transformou-se numa instituição britânica, mas foi a consorte portuguesa do rei D. Carlos II a responsável pelo hábito e, principalmente, pela apresentação da geléia de laranja, que se tornou na célebre marmalade.

Acredita-se que a compota de laranja amarga, que se popularizou como marmalade, foi criada a partir de receita da própria rainha portuguesa, natural de Vila Viçosa, onde abundam as laranjas.

Catarina também ficou conhecida por ter ensinado a corte inglesa a substituir o rústico serviço de metal (pratos e canecas) pela fina porcelana chinesa.

No século 19, proliferaram os salões de chá. O cardápio aumentou e a bebida passou a dividir espaço com novidades trazidas pelos navegadores, como o café e o chocolate.

Há séculos que o chá se serve, com pompa e circunstância, num ritual que promete transformar qualquer tarde num momento de convívio social, com muitos e deliciosos sabores à mistura. Embora os tradicionalismos de outrora possam não ser aplicáveis nos dias que correm, servir um chá das cinco é sempre um convite irrecusável.

Enquanto os colonos precisavam se alimentar com fartura, a pausa para o chá era uma oportunidade de mostrar o luxo da prataria combinada com a mais fina porcelana. Menos alimentos eram dispostos à mesa e as regras de etiqueta eram mais rígidas. No chá das cinco, o cardápio segue a mais fina tradição da pastisserie francesa (confeitaria).

Na lista de petiscos que acompanham o tradicional chá inglês - chá preto indiano e fermentado - entram as torradas com manteiga, geléia ou mel, os scones (pães de minuto adocicados), muffins, bolos, biscoitos de diferentes tipos e pãezinhos salgados. Tudo deveria ser servido em pequenas porções, ricamente decoradas.

Primeiro, deve-se comer os sanduíches de queijo, peixe e pepino. Logo após, os scones com geléia de morango e creme. Para finalizar, os delicados doces (pastriesde chocolate, tortas, biscoitos escoceses e bolos galeses. Uma maravilha de fazer inveja a qualquer culinarista.

Outra curiosidade: diferente dos brasileiros, os ingleses tomam o chá com um pouco de leite gelado e açúcar.  Dependendo da origem, ele pode ser servido com fatias pequenas de limão, como é o caso das ervas vindas da China.

O Convite

Da próxima vez que fizer um convite para lanchar, pense duas vezes e reformule esse convite: diga aos amigos que estão convidados para um chá das cinco! Envie um divertido email ou SMS ou pegue no telefone e convoque a família para uma tarde de chá, scones, boa disposição e boa conversa. Coloque um RSVP no convite – para além de dar um toque de elevada importância ao evento, permitir-lhe-á saber exatamente com quantos convidados conta para o chá das cinco. E, tal como o nome indica, marque para as cinco da tarde!
A Decoração

Perfeito para uma tarde de Primavera, Outono ou Inverno, decida onde vai realizar o chá das cinco: no jardim, no pátio, na varanda, na sala de jantar ou junto à lareira? Qualquer local é ideal desde que cada convidado tenha espaço suficiente para colocar a sua chávena de chá e o seu prato de sobremesa, quer seja na mesa de jantar ou numa pequena mesa de apoio. Um centro de mesa, composto por flores ou outros frutos da época é bem-vindo, mas convém que seja baixo. Se optar por um chá das cinco temático ou se a época for de celebração (Natal, aniversário…), a decoração pode ser ainda mais criativa. Marcadores de lugar, velas e música  ambiente ficam sempre bem.

A Mesa

O chá das cinco é considerado um evento requintado, onde nenhum luxo é descurado, ou seja, ponha a mesa com a melhor toalha, sem esquecer os guardanapos de pano, elegantemente dispostos com anéis apropriados. Se não tem um serviço de chá de porcelana antigo, um serviço contemporâneo irá compor a mesa igualmente bem – o importante é que não falte o bule, a leiteira e o açucareiro; uma chávena, pires e colher de chá para cada convidado, assim como um prato de sobremesa e talheres de sobremesa. 


Utilize travessas bonitas para dispor todas as iguarias que preparou para o chá das cinco, caso das tradicionais travessas com três alturas. Se não for de prata, certifique-se apenas que o faqueiro utilizado para servir e tomar o chá dos cinco esteja cintilante.

Os Chás


O chá é o rei desta festa e, por isso mesmo, não deve faltar pelo menos dois tipos de chá: um tradicional que à partida todas as pessoas apreciam (camomila, chá preto ou chá verde) e um chá diferente para animar o paladar e desafiar as provas (pode ser um chá de fruta, de baunilha ou de caramelo, por exemplo). Pode preparar o chá previamente e servir cada um no seu respectivo bule ou então ferver a água, colocá-la em bules e deixar que os convidados preparem o seu próprio chá: basta disponibilizar uma variedade de chá em saqueta ou de folhas soltas. Para além do açúcar para adoçar o chá (granulado ou em cubo), coloque também na mesa leite, mel e fatias de limão – para quem aprecia e para quem vai experimentar pela primeira vez!

O Menu

Tradicionalmente, um chá das cinco é acompanhado de várias e deliciosas iguarias – o chamado “finger food”, ou seja, alimentos que podem ser saboreados à mão. Isto significa que o menu de um chá das cinco deve ser preferencialmente composto por alimentos miniatura: canapés, petit-fours, macaronsbiscoitos variados, queques, madalenas, scones, míni-sanduíches, incluindo ainda bolos fatiados diversos (de café, limão ou cenoura, por exemplo), sem esquecer a manteiga e uma pequena seleção de compotas.

Idéias Diferentes

Servir um chá a um grupo de amigos ou familiares tanto pode basear-se no tradicional chá inglês, como numa versão mais contemporânea do mesmo, com a utilização de chá de flor ou o “flowering tea”, onde o chá se transforma literalmente numa flor depois de adicionada a água quente à chávena. Existem muitas outras idéias para servir um chá original e inesperado: porque não um chá japonês ou um chá marroquino? Divirta-se, prove um pouco de tudo e bom chá!



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