domingo, 26 de dezembro de 2010

Cardápio Delicioso e Econômico Para o Ano Novo

Estamos em época de reaproveitamento, de reciclagem, de não-desperdício, portanto, dita as regras de etiqueta e boas maneiras que nós devemos usar e abusar da nossa criatividade, reaproveitando tudo que nos for possível.

A ceia de Natal é farta, mas o que fazer com o que sobrou da ceia?

Se soubermos armazenar as sobras do Natal sob refrigeração adequada, poderemos utilizar essas sobras e fazer novos e deliciosos pratos para o Ano Novo. Não é uma boa idéia?

Nesta postagem ensinarei 3 deliciosas receitas utilizando sobras de peru ou chester, e desta forma você poderá economizar em sua ceia de Ano Novo além de fazer muito sucesso na cozinha.

Mãos à obra!


Escondidinho de Sobras de Peru ou Chester

Ingredientes:

6 batatas grandes
1 copo de leite
1 colher de sopa de azeite
2 colheres de manteiga
1 copo de requeijão
200g de mussarela ralada ou queijo ralado
1 cebola picada
1 dente de alho grande

½ xícara de cheiro verde picado 
Azeitonas verdes a gosto
1 pitada de sal
1 pitada de pimenta-do-reino

Recheio:

Sobras de peru ou chester do Natal.

Modo de Fazer:

Desfie as sobras da ceia e reserve.

Em uma panela coloque o azeite, a cebola, o dente de alho e refogue. Coloque as sobras das carnes bem desfiadinho, junte o cheiro verde, as azeitonas, uma pitada de sal e a pimenta do reino. Reserve.

Purê:

Cozinhe as batatas e depois amasse. Junte o leite, a manteiga e um pouco de sal.

O preparo é rápido. Em um refratário coloque o requeijão, a carne desfiada temperada, o purê e o queijo ralado. Leve ao forno até gratinar.

Sirva com arroz branco e salada de folhas.

Salpicão com Sobras de Peru ou Chester

Ingredientes:

6 xícaras (chá) de peru ou chester assados e desfiados
1 xícara de salsão picado
1 maça verde picada 
1 laranja picada
5 fatias de abacaxi em calda picados
1 xícara de erva-doce fresca picada
1 cebola média picada
1 pimentão vermelho picado
1 pimentão verde picado
½ xícara (chá) de uvas-passas pretas
½ xícara (chá) de uvas-passas brancas
½ xícara (chá) de azeitona preta picada
½ xícara (chá) de salsinha picada
½ xícara (chá) de maionese
1 lata de creme de leite sem soro
Sal a gosto
Suco de 1 limão
Pimenta-do-reino a gosto

Modo de Fazer:

Misture todos os ingredientes em uma tigela, deixando por último o creme de leite sem soro.

Após mexer tudo muito bem, passe para um refratário e leve ao refrigerador até o momento de servir.

Salada de Lentilha e Sobras de Peru ou Chester

Ingredientes:

300 g de lentilha
2 colheres (sopa) de azeite extra virgem, e mais um pouco para servir
1 cebola picada
2 pimentões vermelhos fatiados
2 dentes de alho amassados
1 colher (chá) de sementes de cominho
250 g de cogumelos frescos fatiados
Raspas e suco de 1 limão
Cheiro-verde a gosto
400 g de sobras de peru assado em tiras
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo:

Cozinhe a lentilha numa panela grande com água fervente com sal por 35 a 40 minutos, até ficar al dente. Retire a água e transfira para uma saladeira. Reserve.

Aqueça o azeite numa frigideira e adicione a cebola e o pimentão. Cozinhe em fogo médio por 15 minutos até começarem a amolecer. Acrescente o alho e as sementes de cominho e cozinhe por 1 minuto. Junte os cogumelos, tempere com sal e pimenta e deixe por mais 2 ou 3 minutos, até ficarem macios.

Misture os legumes com a lentilha ainda morna, as raspas e o suco de limão e adicione o azeite, cobrindo bem.

Tempere a gosto.

Espere a salada ficar em temperatura ambiente para juntar o peru ou o chester.

Deixe marinar por 30 minutos antes de servir.

O Blog Etiqueta e Comportamento deseja à todos um Feliz Ano Novo.

Que 2011 seja um ano promissor e cheio de realizações para todos.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Pratos Requintados e Deliciosos Para a Ceia de Natal

A Ceia de Natal

A ceia natalina é a uma das mais belas tradições do Natal. A ceia festiva tem um profundo e belo significado, dentro da celebração do Santo Natal. 

Recordemos o significado da ceia pascal do Antigo Testamento. O povo de Deus do Antigo Testamento reunia-se, a cada ano, na festiva e solene ceia do cordeiro pascal, para lembrar, comemorar e celebrar a passagem de Deus, no Egito, para libertá-lo da escravidão. O povo de Deus, agora liberto da escravidão, podia dizer: "Se hoje somos livres, se somos um povo, se temos nossa terra, nosso país e nosso templo, é porque um dia Deus nos libertou da escravidão do Egito. Somos livres porque Deus nos libertou! Por isso, celebremos, festejemos e glorifiquemos o Deus que nos libertou". E assim comemoravam a sua libertação, todos os anos, através da festiva e significativa ceia pascal. 

Da mesma forma, nós, povo de Deus do Novo Testamento, nos reunimos festivamente, na ceia natalina, para lembrar e celebrar a passagem de Jesus entre nós, iniciada no dia do Natal. Passagem essa, salvadora e libertadora, realizada para libertar-nos da escravidão do pecado e de todos os males. Também nós podemos exclamar: "Se hoje somos gente salva, liberta, cheia de grandes esperanças, é porque um dia Jesus veio ao nosso meio para nos salvar. Somos salvos porque Jesus nos salvou, vindo no Natal!" 

Exatamente para recordar, celebrar e agradecer a Jesus Salvador é que celebramos o Natal, e nele, realizamos a ceia natalina. Ela é uma ceia festiva, de gente salva. É uma ceia festiva de gente que, muito alegre e feliz pela realidade da salvação, reúne-se para celebrar e festejar o Salvador. É um banquete oferecido a Jesus vivo, celebrado no Natal, como Salvador. 

No centro da mesa da ceia festiva coloca-se uma vela acesa, enfeitada. Ela simboliza Jesus vivo, o festejado do Natal, o aniversariante celebrado na ceia.  É para lembrar a todos que a ceia é realizada por causa de Jesus. Ele é o festejado, o aniversariante.


Filé en Croute Recheado com Ameixas e Funghi (3 porções)


  • 400gr de filé mignon limpo
  • 100gr de ameixas secas sem caroço
  • 10 gr. de funghi secchi
  • 150 gr de massa folhada (1/2 pacote de massa Arosa)
  • Azeite, tomilho, alecrim, pimenta caiena, sal e canela a gosto
  • 1 ovo batido para pincelar

Modo de Fazer:

Tempere a peça de filé com os temperos secos e o azeite. Deixe marinar por uns 30 minutos. 
Deixe a carne marinar e prepare o recheio. Deixe o funghi hidratar com água quente.
Corte em tirinhas as ameixas e o funghi. Leve para saltear em azeite até secar bem (é importante ficar bem seco para rechear a carne). 
Abra a carne ao meio e recheie com a mistura de ameixa e funghi, acertando o sal. 
Amarre bem com barbante, para manter o formato. 
Seque bem a carne e leve para selar em uma frigideira bem quente. 
Embrulhe em filme plástico e levamos a geladeira por 2 horas. 
Desembrulhe a carne, abra a massa folhada, e posicione a carne no meio da massa, pincelando toda a massa com o ovo batido e, após isso, embrulhe a carne fechando bem as laterais. 
Pincele toda a massa com ovo e faça pequenos cortes na superfície. 
Leve para assar em forno de 180 graus, por 20 minutos (até ficar dourado).

Arroz com Pêssegos (3 porções)

  • 130 gr de arroz
  • 2 pêssegos frescos cortados em cubos
  • 15 ml de vinho branco
  • 1/3 de cebola picada
  • Caldo de legumes para cozinhar o arroz
  • manteiga, sal, pimenta do reino e salsinha fresca picada para decorar.

Modo de Fazer: 

Refogue a cebola na manteiga. Adicione o arroz e mexa bem. Junte o vinho e deixe evaporar. Acrescente o pêssego e o caldo de legumes. Cozinhe por 20 minutos em fogo brando e com a panela tampada.

Terrine Duo de Chocolate e Pistache (4 porções)

  • 130 g de chocolate branco
  • 130 g de chocolate amargo
  • 190 ml de leite integral
  • 65 gr de açúcar
  • 6 gemas peneiradas
  • 12 g de gelatina em pó neutra
  • 340 ml de creme de leite fresco
  • 20 g de pistache seco

Modo de Fazer:

Primeiro, aqueça o leite até levantar fervura.
Bata bem as gemas com o açúcar até ficar um creme esbranquiçado. Adicione o leite quente lentamente, continuando a bater na batedeira. Leve a mistura ao fogo até engrossar. 
Hidrate a gelatina com um pouco de água quente. Adicione a gelatina ao creme de gemas e divida em duas partes. 
Derreta os chocolates em banho maria. Junte cada chocolate em um bowl com o creme de gemas e misture bem.
Bata o creme de leite em chantilly (sem açúcar) e acrescente metade a cada bowl, mexendo muito delicadamente.
Forre uma terrine com filme plástico e adicione primeiro o chocolate escuro. Deixe gelar por 15 minutos na geladeira, coberto.
Torre bem os pistaches e coloque metade por cima do chocolate escuro. Cubra com o chocolate branco. Depois de cubrir, volte à geladeira por duas horas. Na hora de servir, desenforme cuidadosamente e salpique pistache ligeiramente picados.

Salada de Frutas Natalinas com Presunto de Parma (3 porções)

  • 4 fatias de presunto de parma
  • 20 g de nozes pecan
  • 80 g de uvas rubi
  • 20 gr de uvas Thompson cortadas ao meio
  • 10 ml de azeite de oliva
  • 1 limão
  • 1 maçã Grand Smith (verde) em tiras finas
  • 1 pitada de summac (ou raspas de casca de limão)
  • sal e pimenta a gosto
  • cebolinha verde picada para decorar

Modo de Fazer:

Deixe a maçã em fatias de molho em água e suco de meio limão. Bataas uvas rubis no mixer, coe e misture o suco da uva com azeite, sal e pimenta do reino. Bata bem até encorpar o molho e leve à geladeira. Salteamos as nozes pecan até liberarem seu perfume. Em um bowl, misture as maçãs e o molho. Adicione as uvas cortadas ao meio, as nozes e pedaços do presunto de parma. 

Prato Finalizado:

Provamos tudo e ficou delicioso! A combinação de maçã e presunto de parma da salada é muito contrastante e saborosa. A carne, levemente adocicada pelo recheio e com o crocante na massa folhada combinou muito bem com o arroz com o suave sabor do pêssego fresco... E a sobremesa... linda e muito leve, bem aerada, chocolate amargo com o sabor doce do chocolate branco e a crocância do pistache!

Fonte: Desafios Gastronômicos

O Blog Etiqueta e Comportamento deseja a todos os amigos internautas que nos prestigiaram durante o ano de 2010, um Feliz Natal com Jesus! 
Que possamos continuar juntos no ano que se inicia, compartilhando sempre de boas informações e de boa amizade, pois somente unidos é que alcançaremos nossos objetivos.

FELIZ NATAL e PRÓSPERO ANO NOVO!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Como Arrumar e Decorar uma Linda Mesa de Natal

Como Arrumar a Mesa de Natal

Dúvidas sobre como deve ser à disposição de pratos, talheres e copos ou como decorar uma mesa sem fazer feio são a preocupação de qualquer anfitrião.

Com as proximidades do Natal, muitas pessoas se preparam para receber familiares e amigos em suas residências e, muitas vezes, por não saber como organizar o evento, ou pela falta de tempo, a família acaba optando por uma ceia em um restaurante ou hotel. “Hoje em dia a procura por restaurantes que ofereçam estas opções de ceias de Natal e Ano Novo é muito grande. As mulheres de hoje não dispõem de muito tempo para preparar a casa para receber seus convidados, mas é possível seguir algumas regrinhas na hora de arrumar a mesa e lançar mão de arranjos florais para ter uma noite simples e sofisticada”.

Mesmo com a correria dos dias atuais, devemos pensar que o dia de Natal é único, portanto, eu prefiro a tradicional ceia de Natal em casa, onde podemos reunir nossos familiares para comemorarmos este dia de luz e paz. Não há maior prazer que prepararmos com muito amor, carinho e dedicação a nossa própria ceia de Natal, e assim celebrarmos o nascimento do menino Jesus. (grifo meu)

Algumas Dicas Importantes

1) O primeiro passo é decidir o que deseja servir no jantar e, a partir disso, saberá quais utensílios utilizar e suas quantidades.

2) Com o cardápio resolvido, é hora de organizar a mesa. A colocação dos utensílios deve ser sempre feita de “fora para dentro”. Ou seja, se o seu primeiro prato for uma salada, o segundo uma sopa, o terceiro uma carne e o último a sobremesa, a ordem deverá ser: prato base ao centro, ao lado os talheres da carne, o da sopa e, por último, o da salada, seguindo a ordem de pratos servidos. Não devem ser colocados mais que três pares de talheres à mesa.


3) Os garfos devem ser colocados ao lado esquerdo do prato e as facas ao lado direito do prato. A colher de sopa só deverá ficar ao lado das facas se for o primeiro prato servido (entradas não são consideradas como pratos). Outra exceção à regra é o garfo de ostras, que é o único que deve ser colocado ao lado das facas.



4) O número de copos pode ser de até cinco. Todos devem ser colocados de maneira que os pequenos fiquem na frente. Logo acima das facas, deverá ser posicionado o copo de água, ao lado o copo de champanhe ou flutê e, em frente a eles, o copo de vinho tinto ou vinho branco e o de vinho do porto.


5) O prato base ou sousplat deve permanecer na mesa até o fim da sobremesa.

6) O guardanapo deverá ser colocado em cima do prato base.

7) As lâminas das facas são sempre colocadas viradas para o prato. Exceto o garfo de ostra.


8) Os talheres da sobremesa devem ser trazidos à mesa junto com o prato de sobremesa.

9) Sirva sempre em pratos de um único tipo, por exemplo: porcelana e vidro. Para os talheres, o mesmo fica valendo.


A Decoração

A decoração de Natal em uma casa, além de fazer a diferença, dá um ar familiar, de aconchego e traduz os desejos do anfitrião. Ela é essencial para dar o clima de festividade ao local. Para tanto, não é preciso gastar muito. Você pode usar toalhas comemorativas ou jogos americanos nas cores verde e vermelha, que são símbolo do Natal.


Para os arranjos, opte por vasos transparentes com arranjos florais que combinem com a decoração. Cabe ao bom gosto do anfitrião escolher qual flor é de sua preferência e as cores. Uma boa opção são as rosas vermelhas com folhagem verde. Corte as rosas e folhagens na altura do vaso. Una as rosas e ampare-as com as folhagens. Amarre com um pedaço de fita vermelha e verde ou até mesmo dourada. Coloque-as no vaso com água.


Hoje temos inúmeras opções de guardanapos comemorativos. Mas, se o melhor é economizar, pequenos ramos de trigo ficam bem quando amarrados e colocados sobre o guardanapo comum, ou de pano.

Outra idéia para dar somente um toque à disposição da mesa, são as velas e pequenos laços em verde e vermelho. Estes podem ser espalhados sobre a mesa, não são caros e dão um ar charmoso.


A decoração das mesas possui algumas regras: “O suplá nunca deve ficar sozinho na mesa, sem um prato sobre ele, e é legal sempre ter uma vela”, mas fique atento ao seguinte detalhe: "Se colocar vela, tem que acender."

Para quem não gosta de acender velas em mesas, há a opção de velas falsas, movidas a bateria, que usam lâmpadas e piscam imitando as reais.





Para caprichar, use várias peças de vidro e um faqueiro diferente. No mercado há peças com cabos que imitam madrepérola, por exemplo. Para mesas em estilo mais rústico, há ainda faqueiros com cabo de bambu. Na hora de posicionar os talheres na mesa, o garfo fica do lado esquerdo, a faca e a colher de sopa do lado direito e a colher de sobremesa fica em frente ao suplá.




Com os utensílios selecionados, é hora de definir as combinações. “Se você usa uma toalha estampada só na barra, você pode usar um prato mais estampado. Nunca use uma toalha estampada com um prato estampado. Se a toalha tem um pouco de dourado, é legal usar um suplá dourado. Se você optar por uma mesa mais rústica, a dica é um suplá de fibra. E tem os suplás de prata, que são clássicos”.


 
Tradição: Vermelho e Verde

Os símbolos natalinos têm alguns significados e a tradição que uniu as cores vermelho e verde, por sua vez, também têm inúmeras explicações. Uma das histórias que contam sobre a tradição que uniu as duas cores vibrantes nasceu há mais de 800 anos entre os godos, antigo povo da região hoje conhecida como Alemanha. Na noite mais longa do Inverno, no dia 22 de dezembro, eles enfeitavam um pinheiro verde com maçãs vermelhas e o colocavam dentro da casa voltado para o poente, em homenagem ao deus Sol. Era um costume pré-cristão.

A árvore adornada com frutas vermelhas lembrava aos moradores que, apesar da grande escuridão, o sol, simbolizado pelas maçãs, voltaria para iluminar a Terra e assim trazer de volta a vida, representada pela árvore. Mais de 100 anos depois, na mesma região e quase na mesa data, os rituais que festejavam o deus Sol foram adotados pela igreja cristã para comemorar a vinda de Jesus Cristo ao mundo, no dia 25 de dezembro. A associação tinha razão de ser. Segundo os Evangelhos, Cristo também simboliza a luz (o Sol), a verdade e a vida (a árvore). Assim, mais uma vez, verde e vermelho foram convidados para testemunhar um nascimento.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Como Decorar Uma Árvore de Natal

Como Decorar Uma Árvore de Natal 

A decoração da árvore de Natal é uma tradição com largos séculos que, ao longo dos últimos anos, tem vindo a adquirir contornos ultra-contemporâneos e cada vez mais originais. Mesmo assim, há quem goste de manter a tradição, utilizando, ano após ano, os mesmos ornamentos que, muitas vezes, até são passados de geração em geração. Independentemente do material que tem para trabalhar, seja criativa, surpreenda e deixe-se surpreender!



Escala e Proporção 

A localização é importante quando o assunto é montar ou trazer um pinheiro para dentro de casa: antes de mais nada terá de caber e, segundo, terá de ser apropriado para o espaço em questão. Uma sala espaçosa com tetos altos vai impressionar com uma árvore de Natal de 2 metros, ao contrário de um apartamento pequeno que requer uma árvore de um porte menor, talvez daquelas que se possam colocar sobre uma mesa, para uma decoração natalícia igualmente elegante. Tendo em conta o tamanho da árvore, vamos escolher cuidadosamente as suas decorações, ou seja, uma árvore grande e vistosa requer ornamentos grandes e vistosos; tal como uma árvore pequena pede uma decoração à sua medida. Você não iria gostar de ver um pinheiro de 2,5 metros com bolas de 2 cm ou então uma árvore de 1,5 metro com decorações de 30 cm. O equilíbrio da sua árvore é um fator chave para obter um resultado final deslumbrante! 

A Base

Embora um pinheiro natural requeira um recipiente adequado para o seu tronco e água, nada o impede de o decorar: forre-o com papel de Natal ou com cordões, aplique ornamentos com um pouco de cola quente,  ou então, escolha um vaso apropriado – com um pé mais alto ou então com detalhes trabalhados. O pinheiro artificial, por sua vez, normalmente vem equipado com pés que o sustentam, pés esses que também podem ser cobertos com um tecido natalício, com musgo ou colocados dentro de um recipiente como mencionado acima.

Estilo

O estilo da sua árvore natalícia depende de vários fatores, começando pela árvore em si: natural ou artificial? Escolhido o modelo, há que se dar a devida atenção ao design da sua árvore e, embora não seja obrigatório combinar o pinheiro com a restante decoração da sua casa, é importante estabelecer algum tipo de ligação para que a árvore de Natal não pareça desadequada à casa onde se encontra. Por exemplo, se na sua casa impera uma decoração minimalista, um pinheiro com mil e uma luzes, cores e ornamentos pode não ficar tão bem como uma decoração natalícia que vá de encontro à sua atual decoração – neste caso, menos é mais! Atualmente, existem árvores de Natal artificiais de várias cores – branco, azul, prateado – pode optar por marcar a diferença assim. Se quiser utilizar apenas um tipo de ornamento e um tipo de cordão, porque não? Um pinheiro grande com ornamentos grandes é muito apelativo, sendo que não vai precisar de muitas decorações. Inspire-se! Acima de tudo, a árvore de Natal deve ser um reflexo da sua personalidade e gosto pessoal. 

Cores

Uma data tão alegre e festiva como é o Natal pede, obviamente, muita cor…, mas, como saber quais os tons adequados para o pinheiro? Por exemplo, se é adepto de uma decoração kitsch e colorida, transponha essas idéias para a árvore, fazendo uma combinação de várias cores da época: vermelho, verde, dourado e prateado. Não tenha receio de inovar – um pinheiro pode ainda ser “pintado” de cores menos habituais, caso do azul e do branco ou do amarelo e verde para um visual simultaneamente moderno e elegante. Por outro lado, em vez de utilizar todos os ornamentos de Natal que possui, escolha apenas aqueles em tons de branco e prateado e, no ano seguinte, utilize duas cores diferentes, para uma árvore completamente nova todos os Natais! 



Temas

Apesar do tema predominante ser o Natal, a sua árvore não tem de obedecer única e exclusivamente à decoração natalícia – pode abordá-la de uma forma original ou então inovar com um design completamente original. Inspire-se nestas idéias: 
  • Árvore de Natal Infantil – desenhos coloridos e recortados, peluches natalícios (Papai Noel, Mamãe Noel, bonecos de neve, anjos, renas, flocos de neve, prendas…), imagens de feltro…
  • Árvore de Natal Gastronômica – paus de canela, nozes suspensas com fitas natalícias, maçãs pequenas cobertas com brilhantes, bolachas caseiras como as típicas gingerbread (bolachas de gengibre), chocolates, candy canes
  • Árvore de Natal Jardim – borboletas douradas, libélulas verdes, poinsétias miniaturas, azevinho, pinhas, folhas de árvores secas, grinaldas verdes e douradas…
  • Árvore de Natal Elegante – cristais transparentes, bolas de vidro, pequenos espelhos, um lustre com velas a servir de estrela no topo, grinalda tipo pérolas… 

Distribuição


* Não se limite a pendurar ornamentos apenas nas pontas exteriores dos ramos. Não descure o interior da árvore, preenchendo-a com decorações de forma a criar profundidade e vários pontos de interesse.

* Distribua os ornamentos “normais” (bolas de uma só cor, estrelas…) uniformemente por todo o pinheiro, respeitando o mesmo espaço entre cada um. Depois enfeite com os ornamentos especiais, normalmente em menor número, devem ser distribuídos por entre os restantes.




Um Toque Mágico e Pessoal


O Natal, por si só, já é um momento mágico, um momento único, e por esse motivo, apesar de todas as dicas citadas, use e abuse da sua criatividade.

Eu mesma, por exemplo, tenho por hábito montar minha árvore de Natal com motivos variados, e todos os anos eu somente acrescento enfeites e cordões à minha árvore, ou seja, coleciono enfeites há 30 anos, e nesses anos os enfeites foram aumentando, ano após ano, pois além de comprá-los, muitos amigos e eu mesma, quando viajo, sempre trago enfeites diferentes. Hoje, já possuo mais de 3 mil enfeites para uma árvore de 2.80 m de altura, e nunca me prendi a um único motivo, pois o mais importante é que sejamos nós mesmos, criando e inovando sempre, mas nunca deixando que a nossa originalidade e personalidade sejam deixadas de lado.

Lembro que a minha primeira árvore de Natal, foi no ano de 1979, e eu a fiz com um lindo galho seco que eu pintei com spray prateado, coloquei muitas bolas douradas e prateadas, e, para cada bola eu colocava um belo laço de fita de cetim azul e vermelho (azul para as bolas prateadas e vermelho para as douradas).

A árvore ficou lindíssima, e lastimo não ter uma única foto dessa minha primeira de muitas outras árvores que já montei.

Crie! Invente! Faça um Natal Diferente!

sábado, 30 de outubro de 2010

Tradição de Finados Conforme a Religião

Tradição Católica


Durante o velório, a opção de caixão abeto ou fechado cabe à família ou às pessoas mais próximas.

A partir da crença na ressurreição, a religião católica celebra de forma significativa duas missas após o falecimento - a do sétimo dia e a do trigésimo dia. Pelos costumes, são ocasiões solenes e importantes para a família. Praticantes fervorosos mandam celebrar missas mensalmente a cada ano. Mas as duas primeiras são as principais. Os anúncios destas costumam ser feitos pelos jornais ou de maneira informal entre parentes e amigos. Importante que pessoas próximas procurem comparecer como ato de respeito, mesmo pertencendo a outra religião. Afinal, trata-se de um gesto de atenção para com aqueles que aqui estão.

A presença em uma missa não desobriga do comportamento em outra. Procure adequá-las à sua disponibilidade. Ou seja, vale a regra de presença no velório e no enterro.

Fundamental que você permaneça até o final da cerimônia e se dirija à família ou aos demais presentes para cumprimentá-los. Logo à entrada poderá ser colocado o livro de presenças, no qual se pede o endereço dos que ali estiveram para que seja enviado um cartão de agradecimento.
O mais indicado ú um cartão de dimensões 10cm x 15 cm, com os dizeres impressos (veja os modelos abaixo). Já foram obrigatórias uma tarja transversal negra no canto superior esquerdo ou uma moldura negra ao redor do cartão, mas ambas caíram em desuso.

Aquele "golpe" de pedir para alguém preencher o livro por você é emnos eficiente do que se imagina.


Tradição Espíritia

Os espíritas seguem as tradições de decoro nas vestimentas.

Não há restrição quanto ao caixão aberto ou fechado, e acredita-se não ser muito positivo chorar pela pessoa que desencarnou. Música ambiente é permitida, e flores são recebidas, mas não necessárias. Não se utilizam velas.

Após o sepultamento, espíritas não preveem nenhuma cerimônia.

Tradição Evangélica

Os evangélicos acreditam na separação da alma do corpo, do qual é retirado todo tipo de adorno para que seja colocado no caixão.

Os quesitos decoro e sobriedade têm grande importância neste momento, e condenam-se rituais ou cerimônias dirigidos à pessoas que se foi: o velório é voltado para o bem-estar dos enlutados.

Os enlutados não necessitam obrigatoriamente ser parentes ou amigos, mas qualquer um que assim se sinta.

As velas, que no catolicismo representam a iluminação do caminho da alma para o céu, não são permitidas aqui, pois essa lua deve ter sido recebida durante toda a sua vida de fé.

Não há restrição quanto a música e flores - tudo o que possa trazer bem-estar aos que estão de luto. O corpo pode ser deixado sozinho.

O pastor se faz presente ao longo do processo.

Os evangélicos não adotam do Dia de Finados como uma data para reverenciar os mortos. Pode ser um dia como qualquer outro, lembrando que em nenhum momento se acendem velas ou se permitem rituais.

Tradição Judaica

Uma vez constatado o óbito, todas as janelas do recinto são abertas e os adornos do falecido, retirados. Os judeus pregam que, ao morrer, a pessoa se encontra com o Criador, e não seria de bom decoro estar perante a presença divina munido de coisas mundanas.

Cobre-se o corpo com um lençol branco, no intuito de que seja conservada a imagem da pessoa em vida. Mais tarde, o corpo é acomodado em um velório apropriado em cima de uma mesa de pedra, com os pés sempre posicionados em direção à porta. Coloca-se algum apoio sob a cabeça, para que esta fique mais alta em relação ao corpo. Acima da cabeça, acendem-se três velas.

Na escolha do caixão, procura-se prezar pela simplicidade: sempre preto, com um estrela-de-davi de cor branca na parte superior da tampa. Essa padronização representa a igualdade entre os homens.

Com a chegada do caixão ao velório, ali é colocado o falecido. O caixão é fechado, pelo mesmo significado do lençol branco.

As velas são mantidas acesas até a saída do féretro, e pessoas leem os salmos em intenção à alma do falecido, mencionando suas virtudes e boas ações.

O envio de flores não é uma prática adotada pelo judaísmo. Caso as recebam de alguém que não saiba disso, eles a colocam em uma sala à parte. As flores não são levadas ao cemitério.

Para essa filosofia, não se mistura vida com morte, e o corpo não é deixado em momento algum.

Dentro do recinto não se pode comer, beber e fumar.

Não são oferecidas condolências antes do sepultamento. Não se cumprimentam os enlutados, uma vez que os judeus acreditam que palavras são incapazes de expressar adequadamente o pesar do momento. Quem comparece a esse funeral não deve puxar conversa com quem está de luto, mas apenas responder caso seja indagado.

Só se consideram enlutados pai e mãe, filho e filha, irmão e irmã, esposo e esposa.

Os códigos de vestimentas são os mesmos das demais religiões, com preferência a trajes escuros e decorosos.

Fundamental que a cabeça dos homens esteja coberta pelo quipá - que em geral é distribuído àqueles que eventualmente não o tenham. Neste caso, até um lenço vale. Mulheres não precisam cobrir a cabeça - salvo as ortodoxas.

Segundo a tradição Askenazi (judeus europeus), mulheres grávidas e lactantes não podem comparecer ao cemitério. Já os sefarditas (os judeus árabes) não permitem mulheres em geral. Para eles, trata-se de lugar impuro, inapropiado para elas.

Não são realizados enterros durante o Shabat ou qualquer Yom Tov (dias festivos).

A chegada ao cemitério é feita pela porta que tem o vão superior aberto, simbolizando que ali vivos e mortos podem passar. A saída ocorre pela porta que possui um arco na parte superior, com a simbologia de que apenas os vivos por ali passarão.

Após o sepultamento, os judeus não costumam ir para a casa, acreditando assim despistar o anjo da morte.

É costume que eles passem os 7 dias subsequentes ao falecimento recbendo visitas em casa. Estas devem ser realizadas após o horário da reza da manhã, feita pelos homens - o ideal entre 10 e 12 horas. Durante o almoço, não se devem fazer essas visitas. O horário para esse comparecimento se reinicia às 15 horas e vai até as 19:30h., quando novamente os homens se agrupam para a reza do entardecer. Como já foi dito, não leve flores. Um livro com mensagens acalentadoras, por exemplo, pode ser uma sugestão bem-vinda.

Fatos e Figuras

O Dia de Finados Diferente do México

O Dia de Los Muertos é comemorado no México com as pessoas fazendo pequenos altares como oferendas para os entes queridos falecidos, escolhendo sempre as coisas de que eles mais gostavam, como comida, bebida e flores. Não se espante se estiver por lá nesse dia: são comuns piqueniques feitos nos cemitérios ao redor dos túmulos.

Na véspera da data, as famílias se reúnem para enfeitar os túmulos com toalhas, velas e deixar tudo pronto para a ocasião. Uma grande tradição popular são as caveiras doces, que têm para os mexicanos representação semelhante à das abóboras do Halloween norte-americano. Existe inclusive a licença criativa para enfeitar esqueletos femininos com perucas e batom - mas sem medo: eles são feitos da chamada "massapão" - o marzipã.

O colorido das flores é sempre pontuado pelas amarelas, que para eles expressam a morte. Não se chora nem se lamenta: brinca-se muito, dança-se e se passa o dia todo em cima da celebração.

Outra tradição são as rimas, conhecidas como calaveritas, que costumam conter versos em que a morte personificada contrasta com personagens da vida real, sempre fazendo alguma alusão a características da pessoa em questão. Um pouco parecido com o mote do nosso repente nordestino.



Essa tão diferente celebração remonta aos povos indígenas, há mais de 3 mil anos. Quando os conquistadores ali chegaram, no século XVI, introduziram conceitos católicos, e essa mistura deu origem à festa como é hoje.



Fonte: Arruda, Fabio. Faça a festa e saiba o porquê: etiqueta e comportamento do Carnaval ao Réveillon. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2009.
Fotos retiradas da Internet.



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